ESCOLA DA VIDA

A ESCOLA DA VIDA



DIANTE DAS INSATISFAÇÕES DA VIDA – 147

Mesmo levando uma vida sem maiores dificuldades, jovens, adultos, idosos, criaturas das mais variadas posições sociais, experimentam certas insatisfações.

As insatisfações caracterizam-se pela falta de contentamento, pelo desagrado, pela vontade de que algumas coisas sejam diferentes.

Costumamos dizer que não se vive em um “mar de rosas”... Cada um tem o seu probleminha, quando não um grande problema, a enfrentar.

Problemas existem para serem resolvidos ou atenuados da melhor maneira possível, e não para serem lamentados.

Você já identificou as causas das suas insatisfações?

Há os insatisfeitos por serem gordos... Outros por serem magros.

Solteiros insatisfeitos procuram parceiros afetivos para se livrarem da solidão, assim como há casados insatisfeitos com seu cônjuge.

Os pobres lutam incansavelmente para adquirirem recursos financeiros sem perceberem que a prosperidade é uma atitude de espírito, e que quanto mais lutam para aceitar a abundância do Universo, mais rica fica a sua consciência. A verdadeira prosperidade não se expressa em quantia de bens materiais, mas no modo de receber e dividir o imenso tesouro de possibilidades que nos são concedidas.

Por tudo concluímos que as insatisfações da vida são verdadeiros instrumentos estimuladores dos nossos avanços em termos de progresso e de conscientização.

O que não se pode é desvirtuar nossos pensamentos, ideias, atitudes e procedimentos utilizando as insatisfações da vida como justificativa para as recriminações, desgostos e atitudes negativas.

Luiz Gonzaga Seraphim Ferreira – 23/03/2012
Consulta: “Renovando Atitudes” (Francisco do Espírito Santo Net



Escrito por luzagas às 19h01
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QUAL A SUA MAIOR DIFICULDADE PESSOAL? – 146

Todos nós temos inúmeras e diversificadas dificuldades pessoais, uma vez que estamos na escola da vida para aprender, exercitar, e vencer as nossas imperfeições e dificuldades pessoais. 

Importa que tomemos conhecimento dessas dificuldades a fim de que possamos direcionar nossa atenção para nos educar e progredir.

Pesquisas revelam que há um grande número de pessoas cuja maior dificuldade pessoal consiste na falta de confiança nas suas próprias capacidades.

A “falta de confiança” pode gerar o “complexo de inferioridade” tão prejudicial à iniciativa e ao avanço em projetos, ações, e procedimentos.

Assim é que muitos profissionais bem preparados experimentam a falta de confiança para atuar em determinados empreendimentos ou resolver certas questões ainda não vivenciadas.

De modo geral o homem não avança mais por falta de confiança e o mundo avançaria mais se as pessoas tivessem a confiança necessária para avançar.

Uma pessoa pode ser um hábil profissional e criativo empreendedor, porém, em muitas ocasiões, sente uma grande timidez ao conhecer outras pessoas, ao fazer um discurso, ao declarar-se à namorada, etc.
Retrocedendo até a infância é possível encontrar a causa dessa falta de confiança em si mesmo.

A criança é altiva e confiante por natureza. Essa autoconfiança não é consciente ou planejada. Quando ainda jovem pode perder o seu sentido de importância diante de reprimendas em relação aos seus desejos.

Por outro lado, também, a criança mimada e protegida em sua casa pode perder o seu sentido de importância quando chega o tempo de ir à escola ou quando começa a procurar companheiros para brincar.

É grande o número de pessoas que consultam psicólogos sobre a falta de confiança que sentem e vivem descontentes consigo mesmo.

Conhecidas e aceitas as causas das dificuldades pessoais está sendo dado o primeiro passo para o encorajamento.

No começo pode ser necessário um esforço muito grande para manter uma nova ideia sem nenhuma dúvida. O exercício moderado e persistente faz aumentar a confiança.

Luiz Gonzaga Seraphim Ferreira – 16/03/2012
Consulta: “Enciclopédia contemporânea de Psicologia e Relações Humanas”   



Escrito por luzagas às 16h00
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TRISTEZAS NÃO PAGAM DÍVIDAS - 145

É um ditado popular antigo e bem conhecido. A tristeza, entretanto, continua hospedeira da nossa alma. O avanço da Ciência, ainda não baniu essa incômoda perturbação de nossa vida.

Com a expansão da ciência aprendemos a medir e calcular tudo com precisão, mas não percebemos ainda que o homem moderno está ficando cada vez mais triste e sujeito às doenças psíquicas.

A tristeza é um estado emocional que se caracteriza pela falta de alegria, sensação de vazio, desolação, desalento e até aflição.

Você se sente triste? Às vezes? Ocasionalmente? Sempre?

Como não existe efeito sem causa, sempre deve haver um motivo para a sua tristeza, seja ele evidente, relevante, passageiro, imaginário, persistente, inexplicável.

Motivos evidentes e justificáveis trazem tristezas compreensíveis e consoláveis. São reações normais da nossa natureza sentimental.

Conhecida a causa o que se tem a fazer é procurar removê-la ou amenizar seus efeitos através de providências e decisões cabíveis, como: assistência médica adequada; solução de problemas sociais, econômicos, profissionais, de relacionamento, etc.

Além das causas exteriores, que são comuns, consideremos as causas que se originam da própria fragilidade emocional do indivíduo, que muitas vezes são confusas e desconhecidas exigindo tratamento especial em consultório de psiquiatria.

Para auxiliar os tristes e depressivos os livros de autoajuda trazem interessantes orientações e sugestões.

O controle dos pensamentos, dos sentimentos, das palavras e das atitudes é um excelente exercício para viver mais feliz.

Podemos mudar o estilo de vida procurando desenvolver atividades mais agradáveis.

Devemos sempre observar e valorizar as coisas belas da vida.

Com a tristeza perdemos a oportunidade de ser feliz e de fazer os outros felizes.

É preciso desejar ser feliz! Persistir em ser feliz! Conversar sobre a felicidade de viver, e usufruir das coisas boas da vida.

Luiz Gonzaga Seraphim Ferreira – 09/03/2012



Escrito por luzagas às 20h34
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APROVEITEMOS A VIDA - 144

Costumamos dizer que a vida é curta e que nós devemos aproveitá-la da melhor maneira possível.

Com esse intuito ficamos ávidos em descobrir o que de melhor a vida pode nos oferecer e formulamos ideias, planos e projetos que se transformam em sonhos e quimeras.

Sonhar, desejar e buscar, com vontade, é um incentivo para nossas conquistas e sucessos.

O problema está em saber o que realmente sonhamos, desejamos e nos propomos buscar.

Muitos nos aconselham os caminhos rentáveis em termos de recurso financeiro.

Outros nos falam em cultura, sabedoria, habilitação profissional, etc.

Há quem se preocupe mais com os prazeres imediatos da vida.

Para muitos pensadores, a vida não se restringe ao tempo que vai do nascimento à morte. Seria uma evidente injustiça, se assim fosse, a diversidade do tipo de vida que é imposta a uns e a outros, pelas circunstâncias. 

Os que creem na continuidade da vida nos aconselham: “Sim”! aproveitemos a vida, saindo dela em melhor situação do que quando nela entramos.”

Tudo nos faz crer que, para aproveitar da melhor maneira possível a vida que nos cabe, é necessário:

1º- Conhecer o verdadeiro sentido da vida: oportunidade singular para o desenvolvimento das nossas potencialidades físicas, mentais, morais, e sociais; reparar as nossas tendências negativas adquiridas anteriormente: egoísmo, ambição, orgulho, vaidade, inveja, ciúme, gula, preguiça... 

2º- Exercitar as virtudes e aprimorar as nossas qualidades: altruísmo, moderação, humildade, respeito, esforço, paciência, tolerância, resignação e bom ânimo.

É muito natural que apreciemos as maravilhas naturais da vida, bem como as que, criadas pelos homens, nos sejam agradáveis e benéficas.

Daí a valorização da vida, em todos os sentidos, como uma dádiva que devemos sempre agradecer reconhecidamente, zelando por ela.

É com prazer, alegria, paciência, bondade, esperança, e sabedoria que devemos viver a vida.

Luiz Gonzaga Seraphim Ferreira - 01/03/2012



Escrito por luzagas às 16h40
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CULTIVE A PACIÊNCIA - 143 

A paciência é a virtude de suportar as dores, os incômodos, os infortúnios, as dificuldades.

Consiste em manter um controle emocional equilibrado sem perder a calma ao longo do tempo, com tolerância a erros e persistência diante de situações desafiadoras.

Como seres vivos e inteligentes devemos saber que tudo que existe na natureza é resultado de paciente processo evolutivo de transformações e mudanças; que nós estamos sujeitos a esse processo e com a mesma paciência devemos proceder.

A impaciência desequilibra nossa estabilidade emocional, provoca agitação mental, conflitos interpessoais, ressentimentos, tristezas, mágoas e desalento.

Sabemos como é difícil ser paciente diante da realidade da vida, por menos agitada que ela seja.

Procuramos não nos envolver em situações problemáticas, de risco, de insegurança, de pretensões descabidas.

Temos, porém, que conviver com nossos próprios problemas, limitações, insatisfações, e preferências.

Necessário ainda o relacionamento com pessoas diferentes de nós, cada qual com sua maneira própria de ser.

É sempre bom lembrar que compensa bastante, ser paciente com tudo que está acontecendo em nossa vida; que dispomos de um potencial que pode e deve ser desenvolvido com serenidade, com persistência e constância.

É aconselhável: dar um tempo, refletir e acalmar-se antes de agir, de dar uma resposta ou decidir, em situações que podem ser conflitantes.

Ser paciente não é ser displicente ou desinteressado, mas é ser prudente e zelar pela sua saúde e pelos seus empreendimentos.

Luiz Gonzaga Seraphim Ferreira – 25/02/2012
Consulta: “Os prazeres da alma” (Francisco do Espírito Santo Neto)



Escrito por luzagas às 19h52
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CONQUISTE SUA ALEGRIA DE VIVER - 142

Não há nada de errado em ser jovial, bem-humorado, risonho e festivo.

Talvez  esse não seja o seu jeito de ser... Um pouco tímido, sério e recatado?

Consideremos a “alegria” como sendo o estado emocional de contentamento, de bemestar, de prazer.

Muitas pessoas entendem que só podem usufruir da alegria num estado eufórico de intensa sensação, de risos exagerados, de festas.

Todos nós possuímos o dom da alegria no fundo de nossa alma, e só precisamos de um estímulo para que ela se manifeste.

Esse estímulo pode vir de uma lembrança agradável, de uma ideia promissora, de um pensamento feliz, de uma coisa engraçada.

A capacidade de lidar com o cotidiano pode muito bem constituir um estímulo para desabrochar a alegria.

Devemos alimentar a confiança em nossa capacidade de superar a dor e a desilusão, pois isso afasta de nós a preocupação e a tristeza que bloqueiam a alegria. Em cada um de nós existe um admirável espírito suficientemente forte em que devemos confiar.

Ninguém é obrigado a ser alegre, embora se saiba que: a alegria pode ser conquistada; que ela expressa um estado de paz e felicidade; que ela colabora com a saúde integral...

Em sendo alegre você deve expressar a sua verdadeira alegria por ser ela contagiante, e para alegrar o seu mundo.

Luiz Gonzaga Seraphim Ferreira



Escrito por luzagas às 15h10
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DIANTE DAS MUDANÇAS DE VIDA - 141

Por mais que procuremos levar a vida numa auspiciosa rotina de paz e tranquilidade, sem grandes alterações, tropeços e transtornos nós estamos sempre, em que pesem as nossas condições pessoais de estabilidade e conforto, sujeitos a novas circunstâncias e adaptações.

Se de um lado há tendência natural conservadora no ser humano, opondo-se a tudo que é novo, de outra parte existem forças interiores que, em todas as oportunidades, impelem as criaturas a não se conformar com o seu estado atual.
   
Estamos naturalmente tentando progredir em busca da felicidade, sem uma definição precisa do que seja realmente a felicidade, uma vez que a ideia que se tem dela é relativa de cada ser.

O ser humano, dotado de consciência e vontade faz suas opções na busca de um viver feliz. Procura no estudo, no trabalho, no casamento, no enriquecimento financeiro, e até nos desatinos da vida, alcançar o mais alto degrau de felicidade.

Depara, todavia, com o determinismo da Lei: a vida, a morte física, o progresso, a lei de causa e efeito e todas as condições que transcendem o livrearbítrio.

Segue-se daí que estamos sujeitos a mudanças de vida: para melhor ou para pior dependendo, ou não, da nossa vontade.
Há os que procuram a felicidade na fortuna, nos bens materiais acumulados, a qualquer custo. Daí as decepções e os desgostos.
 
Há os que se preocupam exclusivamente com a saúde física e se esquecem de que a finalidade dela não está na exibição vaidosa do corpo, e sim no bemestar integral.

A busca insistente pelo poder, sem o necessário preparo capaz de garantir o equilíbrio intelectual e moral, proporciona invariavelmente a desilusão e a rejeição.

O que há de difícil é adaptar-se à nova mudança de vida – surge o inconformismo, o desapontamento, a inabilidade de lidar com coisas novas e solucionar problemas inesperados.
 
A Escola da Vida nos adverte que diante das possíveis mudanças de vida devemos agir com cautela utilizando mais a ponderação que ambição; a simplicidade e a modéstia que a ostentação e a vaidade; a preservação da saúde que os desregramentos abusivos; a posse do necessário que o acúmulo de supérfluos.      
   
Daí a imensa importância de cultivar um alto ideal de sabedoria e de sentimento e de procurar vivenciá-lo.

Luiz Gonzaga Seraphim Ferreira - 10/02/2012
Consulta: “Tempos de Transição” (Juvanir Borges de Souza)



Escrito por luzagas às 11h47
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NO CONVÍVIO FAMILIAR - 140
                                                        
                     

Diante do mundo maior constituímos uma grande família, pois somos todos irmãos perante o Criador do Universo.

Vivemos, porém em grupos pequenos e diversos a fim de exercitar a fraternidade suprema.     

No convívio familiar temos, no cotidiano, a companhia das criaturas mais ligadas a nós por laços de sangue e de parentesco: esposo ou esposa, pais e filhos, netos, tios, sobrinhos, cunhados... E, por mais que nos diferenciemos na maneira de ser, de pensar e de sentir, estamos sempre defrontados em família pelas ocasiões de crises, de entendimentos, de aprendizados, ajustes e desajustes.

Em todas as circunstâncias devemos lembrar de que ali fomos colocados, transitoriamente em regime de intimidade, a fim de aprender uns com os outros e nos amparar reciprocamente.
   
Nos meios familiares suportamos dificuldades e desacertos para atingir determinados conhecimentos; atravessar tentações aflitivas das quais só nos livramos graças ao amparo dos que convivem conosco.

Da parte de cada um de nós é preciso que estejamos atentos ao que necessariamente devemos fazer para a tarefa bendita do auxilio mutuo que deve ocorrer com amor, com dedicação e presteza.
   
Sempre que o mal se estabeleça nos meios familiares devemos evitar o desespero, a irritação, o desânimo, e qualquer ressentimento, da parte de cada um. Isso não é fácil e exige de todos a compreensão, a calma e a colaboração, o otimismo, a prece, e a união que expressa a fraternidade.

Convém lembrar que o convívio familiar não se restringe ao espaço doméstico uma vez que as distâncias podem ser reduzidas pela força da comunicação e pelo reforço da fraternidade.

A vizinhança é uma extensão diferenciada do lar... Uma abertura a mais para exercitarmos a ampliação do nosso amor ao próximo.

Luiz Gonzaga Seraphim Ferreira – 31/01/2012



Escrito por luzagas às 10h21
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ESTUDAR É PRECISO - 139
  

 

Quando crianças, adolescentes, e jovens, entendemos que “estudar” é uma contingência da vida: adquirir conhecimentos básicos para lidar com as coisas do dia-a-dia; saber ler, escrever, e contar...

Mais tarde compreendemos que o estudo, além de ampliar o nosso conhecimento, proporciona o desenvolvimento de nossas faculdades mentais, emocionais, espirituais, além de nos preparar para uma atividade profissional.
   
Estudar é procurar adquirir o conhecimento de algo; dedicar-se à apreciação, à análise ou compreensão da arte, da filosofia, da ciência, da psicologia da religião, de uma obra literária...
   
Às vezes descobrimos um pouco tardiamente, as benesses e os prazeres de estudar. Vale a pena melhorar as condições implícitas para facilitar o estudo -visão, audição, memorização- se for necessário.
   
O estudo em grupo propicia outras motivações além de passatempo agradável, distração: aproxima as pessoas e promove a integração social; exercita a disciplina, a paciência, a tolerância, a responsabilidade, promovendo a troca de ideias, de informações, de opiniões.                      
   
Tenhamos em conta que o estudo em grupo requer: esforço pessoal e de equipe; entendimento e apoio mútuo; disciplina produtiva e cooperação incessante. É, portanto um excelente procedimento educacional que não pode ser negligenciado.

Estudar é preciso!


Luiz Gonzaga Seraphim Ferreira – 26/01/2012


Luiz Gonzaga Seraphim Ferreira – 26/01/20

 



Escrito por luzagas às 17h10
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VELHOS HÁBITOS E VÍCIOS - 138
                                        

                                      

Desde cedo adquirimos costumes ou hábitos relativos à prática do bem ou do mal que são maneiras de conduzir-se, de procedimento, de comportamento.

O hábito é uma... “Disposição adquirida por atos reiterados, pela experiência; uso, costume.” (Dicionário Larousse Cultural)

O citado dicionário considera o “vício”... “Defeito que torna algo ou alguém inadequado a determinado fim; imperfeição, deformidade; tendência para determinado hábito prejudicial; disposição contumaz para o mal; costume moralmente censurável; devassidão ou libertinagem; costume ou hábito nocivo.

“Para a psicologia comportamental o vício é resultado de uma construção orgânica, desencadeada pelo reforço de uma relação entre estímulo e prazer químico ... (Wikipédia, a enciclopédia livre.)

Entendemos que os fatores que propiciam os vícios e compulsões ocorrem em ambientes familiares e sociais desarmônicos onde deixamos as pressões, traumas, coações, desajustes e conflitos se enraizarem em nossa estruturação mental, ou emocional, uma vez que os vícios não passam de efeitos externos de nossos conflitos internos.

O vício do álcool, sexo, nicotina, jogos ou drogas, são formas aparentemente amenizadoras de carências, ansiedades, desajustes e tensões. Podem até disfarçar ou abrandar a pressão que tortura.
Todavia o desconforto permanece imutável e, até, provocando sérias e graves consequências.

Além dos vícios graves e sérios, que nos levam a ser rigorosamente tratados, devemos considerar ainda os vícios menores que às vezes passam até despercebidos, embora dificultem o convívio com os outros, tais como: de mentir; de lamentar; de achar que está sempre certo; de gastar desnecessariamente; de mal julgar e criticar as pessoas; de trabalhar descontroladamente...

Sugestões positivas diante dos velhos hábitos e dos vícios, pelo cultivo do nosso autoconhecimento: reforçar nossa visão nos traços da nossa personalidade, buscando nossos traços inferiores com sinceridade e humildade; analisando as opiniões de outras pessoas a nosso respeito; aceitando plenamente o nosso lado imperfeito, sem escondê-lo de nós mesmos e dos outros, tentando, porém, equilibrá-lo.

Texto elaborado por Luiz Gonzaga Seraphim Ferreira - 19/01/2012
Consulta: “Renovando Atitudes” (Francisco do E.S.Neto)



Escrito por luzagas às 15h14
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VOCÊ SABE AMAR ? - 137


Saber amar é uma característica da evolução humana.

No seu início o homem primitivo não tem senão instinto; mais evoluído só tem sensação; mais instruído e purificado tem sentimentos; e o ponto mais sublime do sentimento é o amor.

O amor é um “sentimento que predispõe as pessoas a desejarem o bem de outrem, ou de alguma coisa.” (Dicionário Larousse Cultural)

Mesmo em nossa sociedade moderna há seres humanos ensaiando os primeiros passos para a sensibilidade do amor.

Como só se pode dar aquilo que se possui concluímos que só podem dar amor aqueles que sabem amar; por possuírem o sentimento do amor.

Muitos de nós ainda confundimos o amor verdadeiro que deseja o bem da outra pessoa, com a atração egoísta que apenas deseja algo que o satisfaça pessoalmente.

Atitudes impróprias são, muitas vezes, utilizadas com intuito de aparentar que se está praticando o amor ao próximo e assim obtendo a simpatia de outros, interessadamente.

Para exemplificar:

- contando vantagens por acreditar que é preciso demonstrar credenciais e glórias para persuadir os outros, e a si mesmo;

- comprando pessoas com falsos elogios e concessões inconvenientes;

- concordando sempre, mesmo com os desatinos alheios, nunca dizendo “não”;

- pedindo afeto e amor antes de dar amor a si próprio e exercitar o amor ao próximo.

Para amar no verdadeiro sentido do amor é necessário “saber amar”, convicto de que:

- o amor é uma lei natural e divina;

- o amor aproxima as pessoas e as faz mais felizes;

- só o amor constrói;

- amar exige: desprendimento, sinceridade, afetividade, bondade, compreensão e caridade.

A caridade não se resume apenas na compaixão e na esmola, pois ela requer a atenção, a percepção das carências alheias sejam elas de ordem material ou espiritual, bem como o desejo e o empenho em suprir tais carências.

Luiz Gonzaga Seraphim Ferreira - 07/01/2012



Escrito por luzagas às 16h59
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ANO NOVO – VIDA NOVA ? - 136

 

O que muda, com certeza, é o Calendário: “folhinhas” novas; novas agendas de compromissos... A vida continua!

 A “passagem de ano” nos sugere, entretanto, algumas mudanças em nossa maneira de viver, o que depende da nossa vontade, dos nossos esforços e das circunstâncias.

Uma rápida lembrança do que foram nossos encantos e desencantos, no ano que passou; uma reflexão a respeito do que apreciamos ter feito, bem como do que nos arrependemos por ter feito, ou deixado de fazer, pode nos levar a importantes procedimentos de renovação e de mudança na maneira de pensar, de sentir, de falar, e de interagir socialmente.

O pensamento pode ser mais fortalecido, melhor controlado, mais otimista e seguro, dissipando-se as dúvidas e enriquecendo-o com mais conhecimento daquilo que nos afeta.

O sentimento pode ser mais suave e agradável se nos assegurarmos no equilíbrio emocional, na paciência, na compreensão e na resignação.

Pode também ser mais virtuoso, quando voltado para a solidariedade, o amor ao próximo, à caridade.

O falar pode ser mais explícito, mais decisivo, menos arrogante e mais proveitoso, se expressar sinceridade de pensamento, amabilidade e mais atenção naquilo que se ouve e que se diz numa conversação.   

A interação social, assim aprimorada, virá certamente proporcionar um motivo a mais para que o novo ano que se inicia seja promissor para nós e para a sociedade em que estamos integrados. 

As mudanças educativas melhoram o convívio no lar, na escola, no trabalho e em todas as instituições que se valem do relacionamento humano, propiciando a todos o bemestar tão desejado. Isso significa um Feliz Ano Novo.

Luiz Gonzaga Seraphim Ferreira – 27/12/2011    



Escrito por luzagas às 10h34
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INSPIRAÇÕES NATALINAS - 135 

Independente de convicções religiosas e culturais, o Natal sempre nos inspira para o congraçamento e a solidariedade.

O tempo de Natal é propício à harmonização entre pessoas em desavenças, à reconciliação e à confraternização.

O sentimento de solidariedade cresce e desenvolve-se, entre os homens, sem distinção de raça ou de cor, desta ou daquela posição social ou financeira.

A solidariedade leva as pessoas a se auxiliarem mutuamente, o que proporciona a alegria e a felicidade de uns e de outros.

Inúmeras campanhas assistenciais alcançam admiráveis sucessos pela época das festas natalinas; e a união das pessoas, no esforço conjunto em busca da melhoria da vida social, deixa transparecer certa esperança no concerto universal.

A esse clima de igualdade, fraternidade e amor, é que se costuma denominar “Natal Solidário”.

Infelizmente, porém, passado o Natal, eis que a prodigiosa força da solidariedade vai se arrefecendo diante dos interesses pessoais e das imperfeições humanas: egoísmo, orgulho, inveja, indiferença...

Permanece, todavia, a virtude da solidariedade nos corações dos verdadeiros solidários.

Façamos, pois, de todos os nossos dias, um dia de “Natal Solidário”. É isso que aprendemos na “Escola da Vida”.

Luiz Gonzaga S. Ferreira – Araraquara, 18/12/2011



Escrito por luzagas às 21h03
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NOSSAS CRISES – COMO LIDAR COM ELAS - 134

Consideremos de um modo geral a crise como um “Momento perigoso ou difícil de uma evolução ou de um processo; período de desordem acompanhado de busca penosa de uma solução. Conflito, tensão...” (Dicionário Larousse Cultural)

A psicologia considera a vida humana como uma sequência constante de crises.

São crises de amadurecimento: o nascimento, a puberdade, a meia idade, a aposentadoria, a velhice e o fim da vida.

São crises existenciais: as que nos atingem de fora (catástrofes da natureza, acidentes, guerras, desemprego, morte de pessoa amada...).

Há ainda, a considerar, as crises de purificação, renovação e transformação (morais, emocionais, sentimentais)

Nas crises experimentamos uma pressão psíquica crescente e, então, procuramos nos livrar dessa desagradável situação.

Geralmente a pessoa em estado de crise sintomática fica tensa, irritada, desanimada, impaciente; sente tristeza, angústia e medo.

Alguns se isolam, outros procuram se desabafar e assim tornam-se inoportunos e de difícil relacionamento.

Sendo que os sintomas opressores da crise emocional resultam de um desequilíbrio psíquico, é natural que o seu tratamento consista em restabelecer esse equilíbrio.

A dificuldade está em conseguir tal realização que implica em amadurecimento e transformação.

É comum a procura de ajuda. E recorre-se a familiares e amigos, psiquiatras, psicólogos, e orientações espirituais.

Alguns apelam para seus próprios recursos interiores ou buscam auxílio em livros de autoajuda.

De qualquer modo a crise é sempre um desfio ao indivíduo que a deve enfrentar com conhecimento da causa e com esforço uma vez que, vencendo a crise, estará dando um verdadeiro passo de amadurecimento. 

A quem se propõe ajudar é recomendável: a conscientização da importância caritativa da sua ajuda; o conhecimento de estratégias adequadas para reduzir as cargas que causaram a crise, o quanto de esforço se pode exigir da pessoa atingida; a paciência, a atenção, a calma e a persistência.

  • Luiz Gonzaga Seraphim Ferreira - 11/12/2011
  • Consulta: “O Livro da Arte de Viver” (Anselm Grün)   


Escrito por luzagas às 21h02
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DÊ UM SENTIDO AO TRABALHO ROTINEIRO - 133

 

Há trabalhos que se tornam enfadonhos por serem naturalmente rotineiros, isto é, repetem-se frequentemente da mesma maneira com raras e pequenas variações.

Os trabalhos domésticos, que se iniciam logo pela manhã e se prolongam até o final do dia para se repetirem do mesmo modo no dia seguinte, caracterizam bem esse tipo de trabalho.

Em todas as áreas de atividades sempre ocorrem, porém, um ou outro trabalho rotineiro.

Os chamados trabalhos rotineiros não precisam, necessariamente, ser enfadonhos, ou seja, cansativos, maçantes, chatos, monótonos.

Quando o trabalho se torna desagradável é sinal evidente de que não se está satisfeito com ele. Isso significa que ele não está tendo um sentido prazeroso para quem o realiza.

É importante que se dê esse sentido para todo trabalho enfadonho.

Um bom sentido para o trabalho rotineiro não depende tanto do trabalho em si mesmo, mas da criatividade, da motivação e do entusiasmo de quem o executa.

Exemplos não faltam, e podemos citar alguns que constatamos por experiência própria:

Conheço uma dona de casa que cultiva flores, em vasos pequenos, violetas de cores diversificadas principalmente, e os distribui pela casa em sua arrumação diária.

Os panos de prato que a mesma senhora confecciona com arranjos e pinturas destinam-se, em grande parte, aos bazares beneficentes.

O revezamento no encargo de “arrumar cozinha” e a disputa para ver quem o faz melhor e em menos tempo, reduz o desgaste físico e estimula o trabalho.

O exercício de aprendizagem e habilidade na Internet, com o intuito de divulgar conhecimentos úteis e proporcionar entretenimentos, torna-se menos monótono e mais interessante.

A criação e a manutenção de um ambiente saudável, de amizade, de solidariedade, e de cooperação, em qualquer repartição de trabalho, fazem com que o serviço seja agradável para todos.  

O melhor sentido que se possa dar a qualquer trabalho é sempre o de proporcionar a satisfação, pessoal ou de outros, pela sua execução.

  • Luiz Gonzaga Seraphim Ferreira – 03/12/201
  • Consulta: “O livro da Arte de Viver” (Anselm Grün)


Escrito por luzagas às 21h34
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