ESCOLA DA VIDA


ALIANÇA DA CIÊNCIA E DA RELIGIÃO - 93

   

A Ciência e a Religião são duas alavancas da inteligência humana; a Ciência revela as leis naturais do mundo material e a Religião revela as leis naturais do mundo moral.
   
Tendo umas e outras o mesmo princípio que é Deus, essas leis não podem se contradizer.
   
Deus é a inteligência suprema, causa primária de todas as coisas.

É eterno, imutável, imaterial, único, todo poderoso, soberanamente justo e bom. É o Criador do Universo, o qual rege através das suas leis universais igualmente imutáveis, justas e perfeitas.

A lei de Deus é a lei de todos os tempos e de todos os povos. Está assim, formulada:
I - Eu sou o Senhor, vosso Deus, que vos tirei do Egito, da casa da servidão. Não terei outros deuses estrangeiros diante de mim. Não fareis imagens talhadas, nem nenhuma figura de tudo que está no alto no céu e embaixo na Terra, nem de tudo que está nas águas, nem rendereis culto soberano.
II - Não tomeis em vão o culto do Senhor vosso Deus.
III- Lembrai-vos de santificar o dia de sábado.
IV- Honrai vosso pai e vossa mãe, a fim de viverdes longo tempo na Terra, que o Senhor vosso Deus vos dará.
V- Não matareis.
VI- Não cometereis adultério.
VII- Não furtareis.
VIII- Não prestareis falso testemunho contra o vosso próximo.
IX- Não desejareis a mulher de vosso próximo.
X- Não desejareis a casa de vosso próximo, nem seu servidor, nem sua serva, nem seu boi, nem seu asno, nem nenhuma de todas as coisas que lhe pertencem.

Jesus não veio destruir a lei de Deus; veio cumpri-la, desenvolvê-la dar-lhe seu verdadeiro sentido, e adequá-la ao grau de adiantamento dos homens.

O Espiritismo é a nova ciência que vem revelar aos homens, através de provas irrecusáveis, a existência e a natureza do mundo espiritual e suas relações com o mundo corporal

Assim como Jesus disse: “Eu não vim destruir a lei, mas vim dar-lhe cumprimento o Espiritismo também não veio destruir a lei cristã.

O Espiritismo completa e explica, em termos claros, os ensinos de Jesus Cristo.

Luiz Gonzaga Seraphim Ferreira – 26/01/2012



Categoria: CONHECIMENTO ESPÍRITA
Escrito por luzagas às 17h00
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ESTUDAR É PRECISO - 139
  

 

Quando crianças, adolescentes, e jovens, entendemos que “estudar” é uma contingência da vida: adquirir conhecimentos básicos para lidar com as coisas do dia-a-dia; saber ler, escrever, e contar...

Mais tarde compreendemos que o estudo, além de ampliar o nosso conhecimento, proporciona o desenvolvimento de nossas faculdades mentais, emocionais, espirituais, além de nos preparar para uma atividade profissional.
   
Estudar é procurar adquirir o conhecimento de algo; dedicar-se à apreciação, à análise ou compreensão da arte, da filosofia, da ciência, da psicologia da religião, de uma obra literária...
   
Às vezes descobrimos um pouco tardiamente, as benesses e os prazeres de estudar. Vale a pena melhorar as condições implícitas para facilitar o estudo -visão, audição, memorização- se for necessário.
   
O estudo em grupo propicia outras motivações além de passatempo agradável, distração: aproxima as pessoas e promove a integração social; exercita a disciplina, a paciência, a tolerância, a responsabilidade, promovendo a troca de ideias, de informações, de opiniões.                      
   
Tenhamos em conta que o estudo em grupo requer: esforço pessoal e de equipe; entendimento e apoio mútuo; disciplina produtiva e cooperação incessante. É, portanto um excelente procedimento educacional que não pode ser negligenciado.

Estudar é preciso!


Luiz Gonzaga Seraphim Ferreira – 26/01/2012


Luiz Gonzaga Seraphim Ferreira – 26/01/20

 



Categoria: A ESCOLA DA VIDA
Escrito por luzagas às 17h10
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VELHOS HÁBITOS E VÍCIOS - 138
                                        

                                      

Desde cedo adquirimos costumes ou hábitos relativos à prática do bem ou do mal que são maneiras de conduzir-se, de procedimento, de comportamento.

O hábito é uma... “Disposição adquirida por atos reiterados, pela experiência; uso, costume.” (Dicionário Larousse Cultural)

O citado dicionário considera o “vício”... “Defeito que torna algo ou alguém inadequado a determinado fim; imperfeição, deformidade; tendência para determinado hábito prejudicial; disposição contumaz para o mal; costume moralmente censurável; devassidão ou libertinagem; costume ou hábito nocivo.

“Para a psicologia comportamental o vício é resultado de uma construção orgânica, desencadeada pelo reforço de uma relação entre estímulo e prazer químico ... (Wikipédia, a enciclopédia livre.)

Entendemos que os fatores que propiciam os vícios e compulsões ocorrem em ambientes familiares e sociais desarmônicos onde deixamos as pressões, traumas, coações, desajustes e conflitos se enraizarem em nossa estruturação mental, ou emocional, uma vez que os vícios não passam de efeitos externos de nossos conflitos internos.

O vício do álcool, sexo, nicotina, jogos ou drogas, são formas aparentemente amenizadoras de carências, ansiedades, desajustes e tensões. Podem até disfarçar ou abrandar a pressão que tortura.
Todavia o desconforto permanece imutável e, até, provocando sérias e graves consequências.

Além dos vícios graves e sérios, que nos levam a ser rigorosamente tratados, devemos considerar ainda os vícios menores que às vezes passam até despercebidos, embora dificultem o convívio com os outros, tais como: de mentir; de lamentar; de achar que está sempre certo; de gastar desnecessariamente; de mal julgar e criticar as pessoas; de trabalhar descontroladamente...

Sugestões positivas diante dos velhos hábitos e dos vícios, pelo cultivo do nosso autoconhecimento: reforçar nossa visão nos traços da nossa personalidade, buscando nossos traços inferiores com sinceridade e humildade; analisando as opiniões de outras pessoas a nosso respeito; aceitando plenamente o nosso lado imperfeito, sem escondê-lo de nós mesmos e dos outros, tentando, porém, equilibrá-lo.

Texto elaborado por Luiz Gonzaga Seraphim Ferreira - 19/01/2012
Consulta: “Renovando Atitudes” (Francisco do E.S.Neto)



Categoria: A ESCOLA DA VIDA
Escrito por luzagas às 15h14
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 ESTUDOS EVANGÉLICOS - 92       

“O Evangelho de Jesus Cristo representa perene mensagem dirigida a toda a Humanidade, conscientizando-a a um despertamento para as coisas de Deus. Os ensinamentos neles contidos representam régio presente dos Céus, através do qual é feita uma convocação, ampla e irrestrita, de todos os seres humanos para uma luta incessante colimando a “Reforma Íntima”, indispensável para propiciar mais estreita aproximação entre as criaturas e o seu Criador.

Jesus Cristo, Espírito da mais relevante hierarquia espiritual, desceu ao denso ambiente da Terra - mundo de expiação e de provas - para aqui desempenhar a mais fulgurante das missões, demonstrando assim a extensão do seu incomensurável amor pelos seus irmãos menores que ainda estão palmilhando o árduo caminho da evolução espiritual, tendo para isso de pelejar contra viciações terríveis como o obscurantismo, a superstição, o fanatismo e o apego aos dogmas e à observância de vãs tradições e ritualismos que a nada conduzem.”      
                                                                                     (Texto extraído do “Curso de Aprendizes do Evangelho” da FEESP)
Esquema didático dos Textos Sagrados:

1- “Antigo Testamento” (Antiga Aliança)
- assuntos históricos (história do povo hebreu)
- assuntos doutrinais (ensinamentos, recomendações, provérbios...)          
- assuntos proféticos (profecias anteriores à vinda de Jesus)

2 -“Novo Testamento” (Nova Aliança) – “Boa Nova”
- assuntos históricos (vida e ensinamentos de Jesus – Evangelhos)
- assuntos doutrinais (recomendações - Epístolas)
- assuntos proféticos (apocalipse – Evangelho de João)

(Evangelhos: Mateus, Marcos, Lucas e João)
(Epístolas - cartas de: Paulo, Tiago, Pedro, João e Judas Tadeu).                        

 “O Evangelho Segundo o Espiritismo”- (Allan Kardec – 28 capítulos).
- textos evangélicos (código de moral universal).
- esclarecimentos à luz da Doutrina Espírita.
- instruções dos Espíritos.

As matérias contidas nos Evangelhos podem dividir-se em cinco partes:

1ª - os atos comuns da vida do Cristo; 2ª- os milagres; 3ª- as predições; 4ª - as palavras que foram tomadas pela Igreja para fundamento de seus dogmas; 5) o ensino moral.
As quatro primeiras têm sido objeto de controvérsias; a última, porém, conservou-se constantemente inatacável.

O “Evangelho Segundo o Espiritismo” diferencia-se do Evangelho comum, adotado pela Igreja, por conter apenas a parte do ensino moral e as instruções dos Espíritos podendo constituir, propriamente falando, um código moral universal, sem distinção de culto.

Texto organizado por Luiz Gonzaga Seraphim Ferreira – 15/01/2012



Categoria: CONHECIMENTO ESPÍRITA
Escrito por luzagas às 20h39
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VOCÊ SABE AMAR ? - 137


Saber amar é uma característica da evolução humana.

No seu início o homem primitivo não tem senão instinto; mais evoluído só tem sensação; mais instruído e purificado tem sentimentos; e o ponto mais sublime do sentimento é o amor.

O amor é um “sentimento que predispõe as pessoas a desejarem o bem de outrem, ou de alguma coisa.” (Dicionário Larousse Cultural)

Mesmo em nossa sociedade moderna há seres humanos ensaiando os primeiros passos para a sensibilidade do amor.

Como só se pode dar aquilo que se possui concluímos que só podem dar amor aqueles que sabem amar; por possuírem o sentimento do amor.

Muitos de nós ainda confundimos o amor verdadeiro que deseja o bem da outra pessoa, com a atração egoísta que apenas deseja algo que o satisfaça pessoalmente.

Atitudes impróprias são, muitas vezes, utilizadas com intuito de aparentar que se está praticando o amor ao próximo e assim obtendo a simpatia de outros, interessadamente.

Para exemplificar:

- contando vantagens por acreditar que é preciso demonstrar credenciais e glórias para persuadir os outros, e a si mesmo;

- comprando pessoas com falsos elogios e concessões inconvenientes;

- concordando sempre, mesmo com os desatinos alheios, nunca dizendo “não”;

- pedindo afeto e amor antes de dar amor a si próprio e exercitar o amor ao próximo.

Para amar no verdadeiro sentido do amor é necessário “saber amar”, convicto de que:

- o amor é uma lei natural e divina;

- o amor aproxima as pessoas e as faz mais felizes;

- só o amor constrói;

- amar exige: desprendimento, sinceridade, afetividade, bondade, compreensão e caridade.

A caridade não se resume apenas na compaixão e na esmola, pois ela requer a atenção, a percepção das carências alheias sejam elas de ordem material ou espiritual, bem como o desejo e o empenho em suprir tais carências.

Luiz Gonzaga Seraphim Ferreira - 07/01/2012



Categoria: A ESCOLA DA VIDA
Escrito por luzagas às 16h59
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