ESCOLA DA VIDA


ANO NOVO – VIDA NOVA ? - 136

 

O que muda, com certeza, é o Calendário: “folhinhas” novas; novas agendas de compromissos... A vida continua!

 A “passagem de ano” nos sugere, entretanto, algumas mudanças em nossa maneira de viver, o que depende da nossa vontade, dos nossos esforços e das circunstâncias.

Uma rápida lembrança do que foram nossos encantos e desencantos, no ano que passou; uma reflexão a respeito do que apreciamos ter feito, bem como do que nos arrependemos por ter feito, ou deixado de fazer, pode nos levar a importantes procedimentos de renovação e de mudança na maneira de pensar, de sentir, de falar, e de interagir socialmente.

O pensamento pode ser mais fortalecido, melhor controlado, mais otimista e seguro, dissipando-se as dúvidas e enriquecendo-o com mais conhecimento daquilo que nos afeta.

O sentimento pode ser mais suave e agradável se nos assegurarmos no equilíbrio emocional, na paciência, na compreensão e na resignação.

Pode também ser mais virtuoso, quando voltado para a solidariedade, o amor ao próximo, à caridade.

O falar pode ser mais explícito, mais decisivo, menos arrogante e mais proveitoso, se expressar sinceridade de pensamento, amabilidade e mais atenção naquilo que se ouve e que se diz numa conversação.   

A interação social, assim aprimorada, virá certamente proporcionar um motivo a mais para que o novo ano que se inicia seja promissor para nós e para a sociedade em que estamos integrados. 

As mudanças educativas melhoram o convívio no lar, na escola, no trabalho e em todas as instituições que se valem do relacionamento humano, propiciando a todos o bemestar tão desejado. Isso significa um Feliz Ano Novo.

Luiz Gonzaga Seraphim Ferreira – 27/12/2011    



Categoria: A ESCOLA DA VIDA
Escrito por luzagas às 10h34
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INSPIRAÇÕES NATALINAS - 135 

Independente de convicções religiosas e culturais, o Natal sempre nos inspira para o congraçamento e a solidariedade.

O tempo de Natal é propício à harmonização entre pessoas em desavenças, à reconciliação e à confraternização.

O sentimento de solidariedade cresce e desenvolve-se, entre os homens, sem distinção de raça ou de cor, desta ou daquela posição social ou financeira.

A solidariedade leva as pessoas a se auxiliarem mutuamente, o que proporciona a alegria e a felicidade de uns e de outros.

Inúmeras campanhas assistenciais alcançam admiráveis sucessos pela época das festas natalinas; e a união das pessoas, no esforço conjunto em busca da melhoria da vida social, deixa transparecer certa esperança no concerto universal.

A esse clima de igualdade, fraternidade e amor, é que se costuma denominar “Natal Solidário”.

Infelizmente, porém, passado o Natal, eis que a prodigiosa força da solidariedade vai se arrefecendo diante dos interesses pessoais e das imperfeições humanas: egoísmo, orgulho, inveja, indiferença...

Permanece, todavia, a virtude da solidariedade nos corações dos verdadeiros solidários.

Façamos, pois, de todos os nossos dias, um dia de “Natal Solidário”. É isso que aprendemos na “Escola da Vida”.

Luiz Gonzaga S. Ferreira – Araraquara, 18/12/2011



Categoria: A ESCOLA DA VIDA
Escrito por luzagas às 21h03
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JESUS – O CRISTO DE DEUS - 91

Embora sendo bastante conhecida a história da vida de Jesus, e comemorado com regozijo o Natal pelo seu nascimento há mais de vinte séculos, grande parte da Humanidade não tem, ainda hoje, a exata compreensão do que representa o Cristo de Deus no plano do Criador.

“Cristo” é uma palavra de origem grega que significa “purificado”. É a denominação dada a Jesus, como sendo um enviado de Deus digno de sua missão aqui na Terra.        

Assim o Messias, tão esperado desde setecentos anos antes da sua chegada como dizem as antigas escrituras, passaria quase despercebido se não fossem os registros evangélicos redigidos por seus discípulos: Mateus, Marcos, Lucas e João.                         

Nascido na Palestina, tendo por leito uma modesta manjedoura, Jesus reencarnou na Terra em evidente demonstração da sua humildade.         

O próprio povo que tanto se preparara para recebê-lo não o identificou como o emissário de Deus, embora desde criança tenha exemplificado pensamentos e atitudes como Espírito de elevadíssima condição, uma vez já integrado na unidade da Criação: compadecia-se com o sofrimento dos homens e deixava transparecer o seu amor à Humanidade.        

Relativamente poucos foram os que conheceram, compreenderam e aceitaram sua mensagem que logo foi desvirtuada no seu verdadeiro sentido.       

Algumas passagens evangélicas, interpretadas isoladamente e pela letra - Jesus falava por parábolas - fizeram com que a figura do Messias fosse tomada como sendo o próprio Deus encarnado como homem, apesar das advertências nesse sentido terem sido feitas pelo Mestre.           

Cabe ao Espiritismo o restabelecimento da Verdade em que se fundamenta a Doutrina Espírita.

Os espíritas, compenetrados do verdadeiro sentido do Cristianismo, conhecedores da missão sublime de Jesus para com os homens, devem conhecer, estudar e divulgar o “O Evangelho Segundo o Espiritismo” de Allan Kardec, um dos livros básicos da Doutrina Espírita.

  •  Luiz Gonzaga Seraphim Ferreira – 10/12/208
  • Consulta: “Tempo de Transição” (Juvanir Borges de Souza)


Categoria: CONHECIMENTO ESPÍRITA
Escrito por luzagas às 14h28
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DIVULGAÇÃO DA DOUTRINA ESPÍRITA - 90

 

Todos nós, espíritos encarnados ou não, seres inteligentes da natureza, estamos em busca da verdade.

A verdade consiste na exata igualdade de uma representação (informação, ensinamento conhecimento, revelação...) com a realidade representada.

“Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”. É um preceito evangélico.

Bem sabemos que não basta ter apenas o conhecimento sem que ele seja assimilado e praticado. Todavia a assimilação requer necessariamente o prévio conhecimento.

Assim como acontece com as verdades alcançadas pela ciência e pela filosofia as revelações religiosas, coerentes com os princípios científicos e filosóficos da lógica e da razão, devem ser, cuidadosamente, divulgadas para o bem da Humanidade.

O espírita convicto e sincero sente a necessidade de difundir tantas verdades que têm permanecido ocultas, uma vez que conhece a recomendação evangélica segundo a qual o cristão deve fazer com que brilhe a sua luz ao invés de colocá-la sob o “alqueire”.

Atualmente a divulgação da Doutrina Espírita, fundamentada na verdade revelada e demonstrada experimentalmente; que reconhece, no Amor de Deus e nos ensinos esclarecidos de Jesus, a grande força que propulsiona todas as criaturas para a esperança; na transformação de toda a Humanidade, conta com recursos fornecidos pelo progresso e pela tecnologia (a imprensa, o livro, a tribuna, o rádio, a TV, a Internet, a música e as artes em geral, assim como a mediunidade)

A propagação de todas as verdades e ensinamentos espíritas depende, entretanto, da conscientização, do conhecimento, da vontade e do esforço dos espíritas.

Compete a nós pequenos obreiros, agraciados pelo conhecimento das verdades espíritas, torná-las conhecidas de nossos familiares, amigos, companheiros, e demais interessados, através da divulgação e da vivência da Doutrina Espírita.

  • Luiz Gonzaga Seraphim Ferreira – 03/12/2011
  • Consulta: “Tempo de Transição” (Juvanir Borges de Souza) - FEB      


Categoria: CONHECIMENTO ESPÍRITA
Escrito por luzagas às 10h28
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NOSSAS CRISES – COMO LIDAR COM ELAS - 134

Consideremos de um modo geral a crise como um “Momento perigoso ou difícil de uma evolução ou de um processo; período de desordem acompanhado de busca penosa de uma solução. Conflito, tensão...” (Dicionário Larousse Cultural)

A psicologia considera a vida humana como uma sequência constante de crises.

São crises de amadurecimento: o nascimento, a puberdade, a meia idade, a aposentadoria, a velhice e o fim da vida.

São crises existenciais: as que nos atingem de fora (catástrofes da natureza, acidentes, guerras, desemprego, morte de pessoa amada...).

Há ainda, a considerar, as crises de purificação, renovação e transformação (morais, emocionais, sentimentais)

Nas crises experimentamos uma pressão psíquica crescente e, então, procuramos nos livrar dessa desagradável situação.

Geralmente a pessoa em estado de crise sintomática fica tensa, irritada, desanimada, impaciente; sente tristeza, angústia e medo.

Alguns se isolam, outros procuram se desabafar e assim tornam-se inoportunos e de difícil relacionamento.

Sendo que os sintomas opressores da crise emocional resultam de um desequilíbrio psíquico, é natural que o seu tratamento consista em restabelecer esse equilíbrio.

A dificuldade está em conseguir tal realização que implica em amadurecimento e transformação.

É comum a procura de ajuda. E recorre-se a familiares e amigos, psiquiatras, psicólogos, e orientações espirituais.

Alguns apelam para seus próprios recursos interiores ou buscam auxílio em livros de autoajuda.

De qualquer modo a crise é sempre um desfio ao indivíduo que a deve enfrentar com conhecimento da causa e com esforço uma vez que, vencendo a crise, estará dando um verdadeiro passo de amadurecimento. 

A quem se propõe ajudar é recomendável: a conscientização da importância caritativa da sua ajuda; o conhecimento de estratégias adequadas para reduzir as cargas que causaram a crise, o quanto de esforço se pode exigir da pessoa atingida; a paciência, a atenção, a calma e a persistência.

  • Luiz Gonzaga Seraphim Ferreira - 11/12/2011
  • Consulta: “O Livro da Arte de Viver” (Anselm Grün)   


Categoria: A ESCOLA DA VIDA
Escrito por luzagas às 21h02
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DÊ UM SENTIDO AO TRABALHO ROTINEIRO - 133

 

Há trabalhos que se tornam enfadonhos por serem naturalmente rotineiros, isto é, repetem-se frequentemente da mesma maneira com raras e pequenas variações.

Os trabalhos domésticos, que se iniciam logo pela manhã e se prolongam até o final do dia para se repetirem do mesmo modo no dia seguinte, caracterizam bem esse tipo de trabalho.

Em todas as áreas de atividades sempre ocorrem, porém, um ou outro trabalho rotineiro.

Os chamados trabalhos rotineiros não precisam, necessariamente, ser enfadonhos, ou seja, cansativos, maçantes, chatos, monótonos.

Quando o trabalho se torna desagradável é sinal evidente de que não se está satisfeito com ele. Isso significa que ele não está tendo um sentido prazeroso para quem o realiza.

É importante que se dê esse sentido para todo trabalho enfadonho.

Um bom sentido para o trabalho rotineiro não depende tanto do trabalho em si mesmo, mas da criatividade, da motivação e do entusiasmo de quem o executa.

Exemplos não faltam, e podemos citar alguns que constatamos por experiência própria:

Conheço uma dona de casa que cultiva flores, em vasos pequenos, violetas de cores diversificadas principalmente, e os distribui pela casa em sua arrumação diária.

Os panos de prato que a mesma senhora confecciona com arranjos e pinturas destinam-se, em grande parte, aos bazares beneficentes.

O revezamento no encargo de “arrumar cozinha” e a disputa para ver quem o faz melhor e em menos tempo, reduz o desgaste físico e estimula o trabalho.

O exercício de aprendizagem e habilidade na Internet, com o intuito de divulgar conhecimentos úteis e proporcionar entretenimentos, torna-se menos monótono e mais interessante.

A criação e a manutenção de um ambiente saudável, de amizade, de solidariedade, e de cooperação, em qualquer repartição de trabalho, fazem com que o serviço seja agradável para todos.  

O melhor sentido que se possa dar a qualquer trabalho é sempre o de proporcionar a satisfação, pessoal ou de outros, pela sua execução.

  • Luiz Gonzaga Seraphim Ferreira – 03/12/201
  • Consulta: “O livro da Arte de Viver” (Anselm Grün)


Categoria: A ESCOLA DA VIDA
Escrito por luzagas às 21h34
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