ESCOLA DA VIDA


ALIANÇA DA CIÊNCIA E DA RELIGIÃO - 93

   

A Ciência e a Religião são duas alavancas da inteligência humana; a Ciência revela as leis naturais do mundo material e a Religião revela as leis naturais do mundo moral.
   
Tendo umas e outras o mesmo princípio que é Deus, essas leis não podem se contradizer.
   
Deus é a inteligência suprema, causa primária de todas as coisas.

É eterno, imutável, imaterial, único, todo poderoso, soberanamente justo e bom. É o Criador do Universo, o qual rege através das suas leis universais igualmente imutáveis, justas e perfeitas.

A lei de Deus é a lei de todos os tempos e de todos os povos. Está assim, formulada:
I - Eu sou o Senhor, vosso Deus, que vos tirei do Egito, da casa da servidão. Não terei outros deuses estrangeiros diante de mim. Não fareis imagens talhadas, nem nenhuma figura de tudo que está no alto no céu e embaixo na Terra, nem de tudo que está nas águas, nem rendereis culto soberano.
II - Não tomeis em vão o culto do Senhor vosso Deus.
III- Lembrai-vos de santificar o dia de sábado.
IV- Honrai vosso pai e vossa mãe, a fim de viverdes longo tempo na Terra, que o Senhor vosso Deus vos dará.
V- Não matareis.
VI- Não cometereis adultério.
VII- Não furtareis.
VIII- Não prestareis falso testemunho contra o vosso próximo.
IX- Não desejareis a mulher de vosso próximo.
X- Não desejareis a casa de vosso próximo, nem seu servidor, nem sua serva, nem seu boi, nem seu asno, nem nenhuma de todas as coisas que lhe pertencem.

Jesus não veio destruir a lei de Deus; veio cumpri-la, desenvolvê-la dar-lhe seu verdadeiro sentido, e adequá-la ao grau de adiantamento dos homens.

O Espiritismo é a nova ciência que vem revelar aos homens, através de provas irrecusáveis, a existência e a natureza do mundo espiritual e suas relações com o mundo corporal

Assim como Jesus disse: “Eu não vim destruir a lei, mas vim dar-lhe cumprimento o Espiritismo também não veio destruir a lei cristã.

O Espiritismo completa e explica, em termos claros, os ensinos de Jesus Cristo.

Luiz Gonzaga Seraphim Ferreira – 26/01/2012



Categoria: CONHECIMENTO ESPÍRITA
Escrito por luzagas às 17h00
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ESTUDAR É PRECISO - 139
  

 

Quando crianças, adolescentes, e jovens, entendemos que “estudar” é uma contingência da vida: adquirir conhecimentos básicos para lidar com as coisas do dia-a-dia; saber ler, escrever, e contar...

Mais tarde compreendemos que o estudo, além de ampliar o nosso conhecimento, proporciona o desenvolvimento de nossas faculdades mentais, emocionais, espirituais, além de nos preparar para uma atividade profissional.
   
Estudar é procurar adquirir o conhecimento de algo; dedicar-se à apreciação, à análise ou compreensão da arte, da filosofia, da ciência, da psicologia da religião, de uma obra literária...
   
Às vezes descobrimos um pouco tardiamente, as benesses e os prazeres de estudar. Vale a pena melhorar as condições implícitas para facilitar o estudo -visão, audição, memorização- se for necessário.
   
O estudo em grupo propicia outras motivações além de passatempo agradável, distração: aproxima as pessoas e promove a integração social; exercita a disciplina, a paciência, a tolerância, a responsabilidade, promovendo a troca de ideias, de informações, de opiniões.                      
   
Tenhamos em conta que o estudo em grupo requer: esforço pessoal e de equipe; entendimento e apoio mútuo; disciplina produtiva e cooperação incessante. É, portanto um excelente procedimento educacional que não pode ser negligenciado.

Estudar é preciso!


Luiz Gonzaga Seraphim Ferreira – 26/01/2012


Luiz Gonzaga Seraphim Ferreira – 26/01/20

 



Categoria: A ESCOLA DA VIDA
Escrito por luzagas às 17h10
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VELHOS HÁBITOS E VÍCIOS - 138
                                        

                                      

Desde cedo adquirimos costumes ou hábitos relativos à prática do bem ou do mal que são maneiras de conduzir-se, de procedimento, de comportamento.

O hábito é uma... “Disposição adquirida por atos reiterados, pela experiência; uso, costume.” (Dicionário Larousse Cultural)

O citado dicionário considera o “vício”... “Defeito que torna algo ou alguém inadequado a determinado fim; imperfeição, deformidade; tendência para determinado hábito prejudicial; disposição contumaz para o mal; costume moralmente censurável; devassidão ou libertinagem; costume ou hábito nocivo.

“Para a psicologia comportamental o vício é resultado de uma construção orgânica, desencadeada pelo reforço de uma relação entre estímulo e prazer químico ... (Wikipédia, a enciclopédia livre.)

Entendemos que os fatores que propiciam os vícios e compulsões ocorrem em ambientes familiares e sociais desarmônicos onde deixamos as pressões, traumas, coações, desajustes e conflitos se enraizarem em nossa estruturação mental, ou emocional, uma vez que os vícios não passam de efeitos externos de nossos conflitos internos.

O vício do álcool, sexo, nicotina, jogos ou drogas, são formas aparentemente amenizadoras de carências, ansiedades, desajustes e tensões. Podem até disfarçar ou abrandar a pressão que tortura.
Todavia o desconforto permanece imutável e, até, provocando sérias e graves consequências.

Além dos vícios graves e sérios, que nos levam a ser rigorosamente tratados, devemos considerar ainda os vícios menores que às vezes passam até despercebidos, embora dificultem o convívio com os outros, tais como: de mentir; de lamentar; de achar que está sempre certo; de gastar desnecessariamente; de mal julgar e criticar as pessoas; de trabalhar descontroladamente...

Sugestões positivas diante dos velhos hábitos e dos vícios, pelo cultivo do nosso autoconhecimento: reforçar nossa visão nos traços da nossa personalidade, buscando nossos traços inferiores com sinceridade e humildade; analisando as opiniões de outras pessoas a nosso respeito; aceitando plenamente o nosso lado imperfeito, sem escondê-lo de nós mesmos e dos outros, tentando, porém, equilibrá-lo.

Texto elaborado por Luiz Gonzaga Seraphim Ferreira - 19/01/2012
Consulta: “Renovando Atitudes” (Francisco do E.S.Neto)



Categoria: A ESCOLA DA VIDA
Escrito por luzagas às 15h14
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 ESTUDOS EVANGÉLICOS - 92       

“O Evangelho de Jesus Cristo representa perene mensagem dirigida a toda a Humanidade, conscientizando-a a um despertamento para as coisas de Deus. Os ensinamentos neles contidos representam régio presente dos Céus, através do qual é feita uma convocação, ampla e irrestrita, de todos os seres humanos para uma luta incessante colimando a “Reforma Íntima”, indispensável para propiciar mais estreita aproximação entre as criaturas e o seu Criador.

Jesus Cristo, Espírito da mais relevante hierarquia espiritual, desceu ao denso ambiente da Terra - mundo de expiação e de provas - para aqui desempenhar a mais fulgurante das missões, demonstrando assim a extensão do seu incomensurável amor pelos seus irmãos menores que ainda estão palmilhando o árduo caminho da evolução espiritual, tendo para isso de pelejar contra viciações terríveis como o obscurantismo, a superstição, o fanatismo e o apego aos dogmas e à observância de vãs tradições e ritualismos que a nada conduzem.”      
                                                                                     (Texto extraído do “Curso de Aprendizes do Evangelho” da FEESP)
Esquema didático dos Textos Sagrados:

1- “Antigo Testamento” (Antiga Aliança)
- assuntos históricos (história do povo hebreu)
- assuntos doutrinais (ensinamentos, recomendações, provérbios...)          
- assuntos proféticos (profecias anteriores à vinda de Jesus)

2 -“Novo Testamento” (Nova Aliança) – “Boa Nova”
- assuntos históricos (vida e ensinamentos de Jesus – Evangelhos)
- assuntos doutrinais (recomendações - Epístolas)
- assuntos proféticos (apocalipse – Evangelho de João)

(Evangelhos: Mateus, Marcos, Lucas e João)
(Epístolas - cartas de: Paulo, Tiago, Pedro, João e Judas Tadeu).                        

 “O Evangelho Segundo o Espiritismo”- (Allan Kardec – 28 capítulos).
- textos evangélicos (código de moral universal).
- esclarecimentos à luz da Doutrina Espírita.
- instruções dos Espíritos.

As matérias contidas nos Evangelhos podem dividir-se em cinco partes:

1ª - os atos comuns da vida do Cristo; 2ª- os milagres; 3ª- as predições; 4ª - as palavras que foram tomadas pela Igreja para fundamento de seus dogmas; 5) o ensino moral.
As quatro primeiras têm sido objeto de controvérsias; a última, porém, conservou-se constantemente inatacável.

O “Evangelho Segundo o Espiritismo” diferencia-se do Evangelho comum, adotado pela Igreja, por conter apenas a parte do ensino moral e as instruções dos Espíritos podendo constituir, propriamente falando, um código moral universal, sem distinção de culto.

Texto organizado por Luiz Gonzaga Seraphim Ferreira – 15/01/2012



Categoria: CONHECIMENTO ESPÍRITA
Escrito por luzagas às 20h39
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VOCÊ SABE AMAR ? - 137


Saber amar é uma característica da evolução humana.

No seu início o homem primitivo não tem senão instinto; mais evoluído só tem sensação; mais instruído e purificado tem sentimentos; e o ponto mais sublime do sentimento é o amor.

O amor é um “sentimento que predispõe as pessoas a desejarem o bem de outrem, ou de alguma coisa.” (Dicionário Larousse Cultural)

Mesmo em nossa sociedade moderna há seres humanos ensaiando os primeiros passos para a sensibilidade do amor.

Como só se pode dar aquilo que se possui concluímos que só podem dar amor aqueles que sabem amar; por possuírem o sentimento do amor.

Muitos de nós ainda confundimos o amor verdadeiro que deseja o bem da outra pessoa, com a atração egoísta que apenas deseja algo que o satisfaça pessoalmente.

Atitudes impróprias são, muitas vezes, utilizadas com intuito de aparentar que se está praticando o amor ao próximo e assim obtendo a simpatia de outros, interessadamente.

Para exemplificar:

- contando vantagens por acreditar que é preciso demonstrar credenciais e glórias para persuadir os outros, e a si mesmo;

- comprando pessoas com falsos elogios e concessões inconvenientes;

- concordando sempre, mesmo com os desatinos alheios, nunca dizendo “não”;

- pedindo afeto e amor antes de dar amor a si próprio e exercitar o amor ao próximo.

Para amar no verdadeiro sentido do amor é necessário “saber amar”, convicto de que:

- o amor é uma lei natural e divina;

- o amor aproxima as pessoas e as faz mais felizes;

- só o amor constrói;

- amar exige: desprendimento, sinceridade, afetividade, bondade, compreensão e caridade.

A caridade não se resume apenas na compaixão e na esmola, pois ela requer a atenção, a percepção das carências alheias sejam elas de ordem material ou espiritual, bem como o desejo e o empenho em suprir tais carências.

Luiz Gonzaga Seraphim Ferreira - 07/01/2012



Categoria: A ESCOLA DA VIDA
Escrito por luzagas às 16h59
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ANO NOVO – VIDA NOVA ? - 136

 

O que muda, com certeza, é o Calendário: “folhinhas” novas; novas agendas de compromissos... A vida continua!

 A “passagem de ano” nos sugere, entretanto, algumas mudanças em nossa maneira de viver, o que depende da nossa vontade, dos nossos esforços e das circunstâncias.

Uma rápida lembrança do que foram nossos encantos e desencantos, no ano que passou; uma reflexão a respeito do que apreciamos ter feito, bem como do que nos arrependemos por ter feito, ou deixado de fazer, pode nos levar a importantes procedimentos de renovação e de mudança na maneira de pensar, de sentir, de falar, e de interagir socialmente.

O pensamento pode ser mais fortalecido, melhor controlado, mais otimista e seguro, dissipando-se as dúvidas e enriquecendo-o com mais conhecimento daquilo que nos afeta.

O sentimento pode ser mais suave e agradável se nos assegurarmos no equilíbrio emocional, na paciência, na compreensão e na resignação.

Pode também ser mais virtuoso, quando voltado para a solidariedade, o amor ao próximo, à caridade.

O falar pode ser mais explícito, mais decisivo, menos arrogante e mais proveitoso, se expressar sinceridade de pensamento, amabilidade e mais atenção naquilo que se ouve e que se diz numa conversação.   

A interação social, assim aprimorada, virá certamente proporcionar um motivo a mais para que o novo ano que se inicia seja promissor para nós e para a sociedade em que estamos integrados. 

As mudanças educativas melhoram o convívio no lar, na escola, no trabalho e em todas as instituições que se valem do relacionamento humano, propiciando a todos o bemestar tão desejado. Isso significa um Feliz Ano Novo.

Luiz Gonzaga Seraphim Ferreira – 27/12/2011    



Categoria: A ESCOLA DA VIDA
Escrito por luzagas às 10h34
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INSPIRAÇÕES NATALINAS - 135 

Independente de convicções religiosas e culturais, o Natal sempre nos inspira para o congraçamento e a solidariedade.

O tempo de Natal é propício à harmonização entre pessoas em desavenças, à reconciliação e à confraternização.

O sentimento de solidariedade cresce e desenvolve-se, entre os homens, sem distinção de raça ou de cor, desta ou daquela posição social ou financeira.

A solidariedade leva as pessoas a se auxiliarem mutuamente, o que proporciona a alegria e a felicidade de uns e de outros.

Inúmeras campanhas assistenciais alcançam admiráveis sucessos pela época das festas natalinas; e a união das pessoas, no esforço conjunto em busca da melhoria da vida social, deixa transparecer certa esperança no concerto universal.

A esse clima de igualdade, fraternidade e amor, é que se costuma denominar “Natal Solidário”.

Infelizmente, porém, passado o Natal, eis que a prodigiosa força da solidariedade vai se arrefecendo diante dos interesses pessoais e das imperfeições humanas: egoísmo, orgulho, inveja, indiferença...

Permanece, todavia, a virtude da solidariedade nos corações dos verdadeiros solidários.

Façamos, pois, de todos os nossos dias, um dia de “Natal Solidário”. É isso que aprendemos na “Escola da Vida”.

Luiz Gonzaga S. Ferreira – Araraquara, 18/12/2011



Categoria: A ESCOLA DA VIDA
Escrito por luzagas às 21h03
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JESUS – O CRISTO DE DEUS - 91

Embora sendo bastante conhecida a história da vida de Jesus, e comemorado com regozijo o Natal pelo seu nascimento há mais de vinte séculos, grande parte da Humanidade não tem, ainda hoje, a exata compreensão do que representa o Cristo de Deus no plano do Criador.

“Cristo” é uma palavra de origem grega que significa “purificado”. É a denominação dada a Jesus, como sendo um enviado de Deus digno de sua missão aqui na Terra.        

Assim o Messias, tão esperado desde setecentos anos antes da sua chegada como dizem as antigas escrituras, passaria quase despercebido se não fossem os registros evangélicos redigidos por seus discípulos: Mateus, Marcos, Lucas e João.                         

Nascido na Palestina, tendo por leito uma modesta manjedoura, Jesus reencarnou na Terra em evidente demonstração da sua humildade.         

O próprio povo que tanto se preparara para recebê-lo não o identificou como o emissário de Deus, embora desde criança tenha exemplificado pensamentos e atitudes como Espírito de elevadíssima condição, uma vez já integrado na unidade da Criação: compadecia-se com o sofrimento dos homens e deixava transparecer o seu amor à Humanidade.        

Relativamente poucos foram os que conheceram, compreenderam e aceitaram sua mensagem que logo foi desvirtuada no seu verdadeiro sentido.       

Algumas passagens evangélicas, interpretadas isoladamente e pela letra - Jesus falava por parábolas - fizeram com que a figura do Messias fosse tomada como sendo o próprio Deus encarnado como homem, apesar das advertências nesse sentido terem sido feitas pelo Mestre.           

Cabe ao Espiritismo o restabelecimento da Verdade em que se fundamenta a Doutrina Espírita.

Os espíritas, compenetrados do verdadeiro sentido do Cristianismo, conhecedores da missão sublime de Jesus para com os homens, devem conhecer, estudar e divulgar o “O Evangelho Segundo o Espiritismo” de Allan Kardec, um dos livros básicos da Doutrina Espírita.

  •  Luiz Gonzaga Seraphim Ferreira – 10/12/208
  • Consulta: “Tempo de Transição” (Juvanir Borges de Souza)


Categoria: CONHECIMENTO ESPÍRITA
Escrito por luzagas às 14h28
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DIVULGAÇÃO DA DOUTRINA ESPÍRITA - 90

 

Todos nós, espíritos encarnados ou não, seres inteligentes da natureza, estamos em busca da verdade.

A verdade consiste na exata igualdade de uma representação (informação, ensinamento conhecimento, revelação...) com a realidade representada.

“Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”. É um preceito evangélico.

Bem sabemos que não basta ter apenas o conhecimento sem que ele seja assimilado e praticado. Todavia a assimilação requer necessariamente o prévio conhecimento.

Assim como acontece com as verdades alcançadas pela ciência e pela filosofia as revelações religiosas, coerentes com os princípios científicos e filosóficos da lógica e da razão, devem ser, cuidadosamente, divulgadas para o bem da Humanidade.

O espírita convicto e sincero sente a necessidade de difundir tantas verdades que têm permanecido ocultas, uma vez que conhece a recomendação evangélica segundo a qual o cristão deve fazer com que brilhe a sua luz ao invés de colocá-la sob o “alqueire”.

Atualmente a divulgação da Doutrina Espírita, fundamentada na verdade revelada e demonstrada experimentalmente; que reconhece, no Amor de Deus e nos ensinos esclarecidos de Jesus, a grande força que propulsiona todas as criaturas para a esperança; na transformação de toda a Humanidade, conta com recursos fornecidos pelo progresso e pela tecnologia (a imprensa, o livro, a tribuna, o rádio, a TV, a Internet, a música e as artes em geral, assim como a mediunidade)

A propagação de todas as verdades e ensinamentos espíritas depende, entretanto, da conscientização, do conhecimento, da vontade e do esforço dos espíritas.

Compete a nós pequenos obreiros, agraciados pelo conhecimento das verdades espíritas, torná-las conhecidas de nossos familiares, amigos, companheiros, e demais interessados, através da divulgação e da vivência da Doutrina Espírita.

  • Luiz Gonzaga Seraphim Ferreira – 03/12/2011
  • Consulta: “Tempo de Transição” (Juvanir Borges de Souza) - FEB      


Categoria: CONHECIMENTO ESPÍRITA
Escrito por luzagas às 10h28
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NOSSAS CRISES – COMO LIDAR COM ELAS - 134

Consideremos de um modo geral a crise como um “Momento perigoso ou difícil de uma evolução ou de um processo; período de desordem acompanhado de busca penosa de uma solução. Conflito, tensão...” (Dicionário Larousse Cultural)

A psicologia considera a vida humana como uma sequência constante de crises.

São crises de amadurecimento: o nascimento, a puberdade, a meia idade, a aposentadoria, a velhice e o fim da vida.

São crises existenciais: as que nos atingem de fora (catástrofes da natureza, acidentes, guerras, desemprego, morte de pessoa amada...).

Há ainda, a considerar, as crises de purificação, renovação e transformação (morais, emocionais, sentimentais)

Nas crises experimentamos uma pressão psíquica crescente e, então, procuramos nos livrar dessa desagradável situação.

Geralmente a pessoa em estado de crise sintomática fica tensa, irritada, desanimada, impaciente; sente tristeza, angústia e medo.

Alguns se isolam, outros procuram se desabafar e assim tornam-se inoportunos e de difícil relacionamento.

Sendo que os sintomas opressores da crise emocional resultam de um desequilíbrio psíquico, é natural que o seu tratamento consista em restabelecer esse equilíbrio.

A dificuldade está em conseguir tal realização que implica em amadurecimento e transformação.

É comum a procura de ajuda. E recorre-se a familiares e amigos, psiquiatras, psicólogos, e orientações espirituais.

Alguns apelam para seus próprios recursos interiores ou buscam auxílio em livros de autoajuda.

De qualquer modo a crise é sempre um desfio ao indivíduo que a deve enfrentar com conhecimento da causa e com esforço uma vez que, vencendo a crise, estará dando um verdadeiro passo de amadurecimento. 

A quem se propõe ajudar é recomendável: a conscientização da importância caritativa da sua ajuda; o conhecimento de estratégias adequadas para reduzir as cargas que causaram a crise, o quanto de esforço se pode exigir da pessoa atingida; a paciência, a atenção, a calma e a persistência.

  • Luiz Gonzaga Seraphim Ferreira - 11/12/2011
  • Consulta: “O Livro da Arte de Viver” (Anselm Grün)   


Categoria: A ESCOLA DA VIDA
Escrito por luzagas às 21h02
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DÊ UM SENTIDO AO TRABALHO ROTINEIRO - 133

 

Há trabalhos que se tornam enfadonhos por serem naturalmente rotineiros, isto é, repetem-se frequentemente da mesma maneira com raras e pequenas variações.

Os trabalhos domésticos, que se iniciam logo pela manhã e se prolongam até o final do dia para se repetirem do mesmo modo no dia seguinte, caracterizam bem esse tipo de trabalho.

Em todas as áreas de atividades sempre ocorrem, porém, um ou outro trabalho rotineiro.

Os chamados trabalhos rotineiros não precisam, necessariamente, ser enfadonhos, ou seja, cansativos, maçantes, chatos, monótonos.

Quando o trabalho se torna desagradável é sinal evidente de que não se está satisfeito com ele. Isso significa que ele não está tendo um sentido prazeroso para quem o realiza.

É importante que se dê esse sentido para todo trabalho enfadonho.

Um bom sentido para o trabalho rotineiro não depende tanto do trabalho em si mesmo, mas da criatividade, da motivação e do entusiasmo de quem o executa.

Exemplos não faltam, e podemos citar alguns que constatamos por experiência própria:

Conheço uma dona de casa que cultiva flores, em vasos pequenos, violetas de cores diversificadas principalmente, e os distribui pela casa em sua arrumação diária.

Os panos de prato que a mesma senhora confecciona com arranjos e pinturas destinam-se, em grande parte, aos bazares beneficentes.

O revezamento no encargo de “arrumar cozinha” e a disputa para ver quem o faz melhor e em menos tempo, reduz o desgaste físico e estimula o trabalho.

O exercício de aprendizagem e habilidade na Internet, com o intuito de divulgar conhecimentos úteis e proporcionar entretenimentos, torna-se menos monótono e mais interessante.

A criação e a manutenção de um ambiente saudável, de amizade, de solidariedade, e de cooperação, em qualquer repartição de trabalho, fazem com que o serviço seja agradável para todos.  

O melhor sentido que se possa dar a qualquer trabalho é sempre o de proporcionar a satisfação, pessoal ou de outros, pela sua execução.

  • Luiz Gonzaga Seraphim Ferreira – 03/12/201
  • Consulta: “O livro da Arte de Viver” (Anselm Grün)


Categoria: A ESCOLA DA VIDA
Escrito por luzagas às 21h34
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ESTÁGIOS DOUTRINÁRIOS - 89

A Doutrina Espírita tem por objetivo proporcionar a evolução e o progresso espiritual de seus adeptos.

Todavia não transforma o caráter de seus profitentes por milagre ou por um passe de mágica.

São necessárias duas iniciativas pessoais para que se possa beneficiar dessa providencial influência: - aceitar com convicção, e espontaneamente, os ensinamentos espíritas; praticar, na medida do possível, o aprendizado.

Muitos se dizem espíritas por aceitarem, como reais, os fenômenos mediúnicos; outros por admirarem a beleza da filosofia e o realismo da ciência espírita; outros por buscarem nas instituições espíritas a cura para seus males físicos e emocionais; há os que se esforçam por colocar em prática apenas aquilo que não exija sacrifícios e renúncias. 

Cada qual se encontra em seu estágio de evolução moral com relação à assimilação dos ensinamentos espíritas decorrentes dos Evangelhos de Jesus.

A evolução espiritual é lenta e gradativa, nem só pela dificuldade de conhecimento e falta de vontade mas, principalmente, pelo apego ao comodismo e ao materialismo a que estamos sujeitos.

O maior perigo consiste na eventualidade de se permanecer estacionado em um estágio inferior de desenvolvimento espiritual.     

É possível distinguir outro grupo numeroso dos que são propensos a alargar seus conhecimentos espíritas fixando-se nos estudos científicos e filosóficos em detrimento do exercício da humildade, da caridade, e da prática do bem.

São pessoas sinceras aplicadas ao estudo e defensores da verdade; esquecem porém de que todo o conhecimento adquirido só é válido quando aplicado no próprio aperfeiçoamento intelectual e moral, bem como de outros com os quais se relaciona.

“Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral e pelos esforços que emprega para domar suas inclinações más.' (“O Evangelho segundo o Espiritismo”)

  •  Luiz Gonzaga Seraphim Ferreira - 26/11/2011
  • Consulta: “Tempo de Transição” (Juvanir Borges de Souza - FEB)


Categoria: CONHECIMENTO ESPÍRITA
Escrito por luzagas às 10h54
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RUMO À LIBERTAÇÃO - 132

Enquanto buscamos naturalmente a simplicidade e a verdade a vida nos impele à complicação e ao engano, como se estivéssemos sendo instigados: “Fique ressentido com isso ou com aquilo.”, “Seja ansioso diante desta ou daquela situação.”, “Sinta desejos de tais e tais coisas.”, “Sinta-se culpado por isso ou por aquilo.”, “Proteste contra tal e tal fato.”

Tais inquietações afetam os nossos pensamentos e despertam em nós sentimentos desagradáveis que nos impedem de ser feliz.          

É imperioso portanto que nos libertemos dessas, bem como de outras, inquietações.

Sabemos que isso não é fácil, não se compra... E nem cai do Céu.

Muitas vezes rejeitamos as pessoas com as quais temos que conviver e deixamos de ver sua bondade, sua delicadeza, sua solidariedade e tudo mais que elas possam nos oferecer.

Nossa vida é cheia de batalhas inúteis exatamente porque nossa mente é cheia de pensamentos inúteis.

Basta porém relaxar a mente e, aos poucos, reaprender a desfrutar da simplicidade perdida. Eis aí o primeiro passo rumo à libertação que nos permite ser feliz.

Para desbloquear a mente é necessário: 1º- examinar o que está nos levando à fixação de pensamentos inúteis; 2º- reconhecer, com clareza, o que realmente desejamos; 3º- reagir a partir da mente íntegra, não da mente em conflito.

Em geral nos sentimos em paz quando nos relacionamos com outras pessoas. Mas é preciso agir com cautela para evitar o risco de cair novamente no estado mental conflitante.

Ninguém passa de uma atitude conflitante para uma atitude de paz, de uma hora para outra.

Fazer o melhor possível, hoje, já é muito bom! Basta um pequeno progresso, a cada dia, no rumo certo em busca da libertação.  

  • Luiz Gonzaga Seraphim Ferreira - 26/11/2011
  • Consulta: "Não leve a vida tão a sério" (Hugh Prather)


Categoria: A ESCOLA DA VIDA
Escrito por luzagas às 20h42
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A FELICIDADE DE CADA DIA - 88

Preocupados com o pão de cada dia, que nos alimenta o corpo e o espírito, recorremos a Deus através da prece que Jesus nos ensinou: “... o pão nosso de cada dia dai-nos hoje...”

Em busca dos recursos financeiros, que propiciam as nossas aquisições materiais, buscamos no trabalho o salário de cada dia.

Através dos estudos e aprendizagens buscamos conhecimentos e habilidades que possam nos render cultura e reconhecimento.

No esporte obtemos o fortalecimento físico e a destreza corporal.

Nos regimes alimentares e tratamentos medicinais procuramos zelar pela nossa saúde e pela reposição das energias.

Jornais, revistas, televisão, internet, piscina, passeios, automóvel, bares, cinema... Completam nossas ocupações cotidianas.

Ao final do dia estamos exaustos e só nos resta repousar.

Contudo, nos indagamos: Será que estamos vivenciando a nossa felicidade de cada dia?

O que é a felicidade?

Consideremos a seguinte definição: Felicidade é "o estado de perfeita satisfação íntima, ventura." (Dicionário Larousse Cultural)

O Espiritismo nos ensina que a felicidade plena não é deste mundo; a felicidade que por hora podemos alcançar é uma felicidade relativa ao nosso aperfeiçoamento espiritual.          

Mesmo assim, insistimos: - Ao menos essa felicidade relativa nós estamos conseguindo encontrar? Estamos procurando alcançar? Como poderemos vivenciá-la?                                   

Prováveis respostas:

- nem sempre a encontramos...  - A vida está muito conturbada: noticiários e publicações em jornais populares dão conta, quase que exclusivamente, de tragédias, corrupções, injustiças e desmandos sociais;

- muitas vezes procuramos alcançar mas, traídos pelos próprios pensamentos conscientes e inconscientes, somos assediados por sentimentos de medo, tristeza e angústia, que nos fazem sentir infelizes;

- para vivenciá-la precisamos nos re-educar e fazer a nossa reforma íntima que inclui necessariamente o controle dos pensamentos, dos sentimentos e das palavras, avivando a fé e a esperança.

Sugestão: Em nossa prece vamos acrescentar ao pedido do pão nosso de cada dia... A felicidade de cada dia...

Texto elaborado por Luiz Gonzaga Seraphim Ferreira - 16/11/201         



Categoria: CONHECIMENTO ESPÍRITA
Escrito por luzagas às 21h37
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EMOÇÕES INÚTEIS - CUIDADO COM ELAS! - 131

Consideremos a emoção como um “Abalo moral ou afetivo; perturbação, geralmente passageira, provocada por um fato que afeta o nosso espírito (boa ou má notícia, surpresa, perigo).” (Dicionário Larousse Cultural)

Por trás de cada emoção há um pensamento que causa sentimentos, agradáveis ou desagradáveis. Se pensarmos em perigos, doenças e desastres, sentiremos medo; se pensamos que alguém está nos desprezando, sentimos raiva, abandono; pensando em sucesso, sentimos prazer.

A maioria das pessoas crê que são as situações externas que despertam as emoções, porém isso é um engano, pois as emoções, tanto positivas, quanto negativas, são geradas a partir do nosso interior.

Nas pessoas infantis são os eventos externos que têm poder sobre os eventos internos.

Sob um aspecto, pode-se dizer que todas as emoções causam insatisfação uma vez que abalam o nosso sentimento. Porém, algumas são úteis como a compaixão, a alegria e o amor, que podem ser benéficas para nós e para os outros.

As emoções inúteis são as que só proporcionam preocupação, medo, intolerância, raiva, ansiedade, tristeza, ciúme, inveja, desalento...

A dificuldade em lidar com as emoções consiste em controlar os pensamentos negativos e, principalmente os inconscientes, que nos assaltam sem motivo aparente gerando as emoções inúteis.

Tristezas, irritabilidade, ansiedade, descontentamento, raiva... São sintomas de pensamentos negativos que causam malestar e depressão.       

Qualquer tipo de emoção desintegradora depois que se instala em nós é difícil de ser neutralizada, razão pela qual precisamos aprender a ficar livres delas, livrando-nos dos pensamentos negativos.

O ideal é acalmar os pensamentos e relaxar o processo mental ao invés de tentar rechaçá-los valendo-se de pensamentos culposos e de arrependimento, ou fazendo uso de drogas comprometedoras.    

  • Luiz Gonzaga Seraphim Ferreira - 19/11/2011
  • Consulta: “Não leve a vida tão a sério” (Hugo Prather)


Categoria: A ESCOLA DA VIDA
Escrito por luzagas às 16h47
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