ESCOLA DA VIDA


O TEMPO E A PREVIDÊNCIA - 41

 

Estamos vivenciando o agora, o tempo atual que, convencionalmente, denominamos presente.

O presente é o tempo real, as coisas que estão acontecendo, as mais diversas oportunidades de agir e reagir, de aprender, de realizar e de sonhar.

Não podemos desconsiderar, porém, que o passado e o futuro fazem parte de nossa vida. O passado está impresso em nosso consciente, e manifesta-se pela lembrança, se não em nosso inconsciente, e pode manifestar-se através dos sonhos e da análise psicológica dentre outros meios naturais ou provocados.

Costuma-se dizer que: o passado não existe mais, e não se deve “chorar o leite derramado”; o futuro só a Deus pertence, e não se deve preocupar com o que pode vir a ser; o presente deve ser vivido intensamente, custe o que custar.

Sabemos, todavia, como é importante para nosso desenvolvimento físico, intelectual moral e espiritual, as lembranças das experiências passadas, das lições de vida, mesmo as mais penosas e difíceis.

O presente deve ser vivido da melhor maneira possível, evitando-se o constrangimento pelas lembranças do passado.

No tempo presente, devemos usufruir das lições da vida passada, sem ressentimentos, sem mágoas, sem queixas; com maior saber, e melhor qualidade de vida, procurando evitar os erros cometidos no passado.

É no presente que concretizamos nossas ideias, que expressamos nossos pensamentos, que experimentamos nossos problemas e dificuldades, que nos empenhamos por resolvê-los do melhor modo possível, e que nos preparamos para o futuro.

A preparação para o futuro não consiste em expectativas vãs, nem em ansiedades desnecessárias e temerosas, mas sim, em atitudes de prudência e previdência.

Pela prudência agimos com moderação e comedimento, de forma a evitar tudo que possa causar problemas futuros.

Pela previdência tomamos todas as medidas possíveis para garantir um futuro dotado de recursos, sejam materiais, financeiros, ou de conhecimento e habilidade.

A previdência social consiste num conjunto de normas de proteção e defesa do trabalhador ou do funcionário, mediante aposentadoria, amparo nas doenças, etc.

Luiz Gonzaga S. Ferreira - 06/02/10



Categoria: A ESCOLA DA VIDA
Escrito por luzagas às 20h34
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LEI DE JUSTIÇA, DE AMOR E CARIDADE - 29

 

A justiça consiste no respeito aos direitos de cada um.

Esses direitos são determinados pela lei humana e pela lei natural.

O sentimento de justiça é natural e não resulta de ideias adquiridas, tanto assim que todos nós repudiamos qualquer ato de injustiça. Todavia, o progresso moral desenvolve esse sentimento.

 Apesar de ser uma lei natural os homens entendem a justiça de maneiras diferentes; o que um considera justo o outro considera injusto. É que, em geral, se misturam paixões e interesses alterando esse sentimento.

 A fim de promover o desenvolvimento do sentido de justiça entre nós, a sabedoria divina oferece-nos, de quando em quando, noções compatíveis com o nosso estágio de entendimento: os Dez Mandamentos, recebidos por Moisés; os Ensinamentos de Jesus; a Terceira Revelação.

Jesus nos ensinou o critério da verdadeira justiça: “Querer para os outros o que quereis para vós mesmos.”

O amor e a caridade são o complemento da lei de justiça. A lei mosaica de “olho por olho, dente por dente” já fora revogada por Jesus: “amai-vos uns aos outros como irmãos”; “amai os vossos inimigos”...

Como compatibilizar a Justiça que sugere cobrança, com o Amor que sugere perdão e doação?

A caridade não se restringe à esmola, mas ela abrange todas as relações com nossos semelhantes, iguais, inferiores ou superiores a nós. Ela tem por princípio a indulgência que procura compreender, perdoar e proporcionar a recuperação dos que estão socialmente enfermos. Não só quanto aos criminosos, mas em todo relacionamento social, profissional e familiar, é preciso aprender a relevar os males que nos façam.

Com a aplicação do amor e da caridade à justiça teremos presídios transformados em hospitais da alma. Só assim os transgressores das leis serão “medicados” com recursos de instrução, educação, orientação psicológica, laborterapia e iniciação religiosa.

Luiz Gonzaga S. Ferreira – Araraquara, 05/04/09

Consulta:   “O Livro dos Espíritos” (Allan Kardec)

“A Constituição Divina” (Richard Simonetti)         



Categoria: CONHECIMENTO ESPÍRITA
Escrito por luzagas às 21h54
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COMO CONQUISTAR A CREDIBILIDADE - 40


A credibilidade no ser humano, em um empreendimento ou serviço, é uma característica positiva que confere a confiança da parte de seus pares e de seus usuários.

A confiança, ou seja, a certeza da probidade de conduta de uma pessoa, de uma organização ou de um trabalho, é perceptível através dos seus sucessivos procedimentos nas mais diversas situações de atividade e relacionamento.

A credibilidade constitui um patrimônio pessoal e intransferível que não se adquire senão pela formação educacional do ser humano, e pela consciente e bem gerenciada instituição.

Um dos fatores essenciais da credibilidade é a transparência da honestidade e da responsabilidade.

Essas duas qualidades humanas estão impressas na consciência de cada um de nós mas o homem, na maioria das vezes, deixa se empolgar pela ambição e interesses escusos comprometendo assim o seu caráter e, consequentemente, a sua credibilidade.

Aliados aos fatores de ordem subjetiva são igualmente importantes para que se confirme a credibilidade de um empreendimento: a capacidade do empreendedor, e a qualidade do que é realizado.

De tudo se conclui que a conquista da credibilidade se faz pela formação educacional (ética, intelectual e operacional), levando-se em conta o esforço pessoal e a boa intenção de alcançar o prestígio merecido.

Por outro lado qualquer deslize, ou suspeita, quanto à credibilidade, pode acarretar o descrédito comprometedor o que, naturalmente, requer uma justificativa plausível e providências possíveis para a reabilitação da confiança.

Luiz Gonzaga S. Ferreira - 31/01/10



Categoria: A ESCOLA DA VIDA
Escrito por luzagas às 16h07
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A HUMILDADE E A SUBSERVIÊNCIA - 39


A humildade ou modéstia é uma virtude isenta de orgulho, vaidade e presunção, pela qual reconhecemos as nossas limitações e nos colocamos em posição favorável de obter os recursos que possam suprir nossas carências materiais, intelectuais, sociais, culturais, profissionais e emocionais.

A subserviência muito embora se confunda, às vezes, com a humildade ou modéstia, consiste no servilismo, na bajulação, na submissão desproporcional e interesseira. É a falsa modéstia. Deixa de ser uma virtude para ser uma acomodação ou vício.

A pessoa modesta não se sente humilhada, não se rebaixa, não se degrada; é respeitosa, atenciosa, compreensível e, naturalmente prestativa.

Com essa característica peculiar supera suas reais deficiências e limitações, mostra-se simpática e accessível a todas as formas de ajuda, aprende com mais facilidade e integra-se mais rapidamente ao ambiente social e profissional.

A humildade não nos impede de reivindicar nossos direitos e nem de expor nossos predicados e capacidades desde que se faça com parcimônia e sem exaltação e vaidade.

A falsa modéstia pode advir da insegurança, da falta de autoestima, da carência de elogios para se afirmar e, até mesmo, da presunção. Pode ainda tratar-se de um ardil para usufruir da comiseração alheia.

Daí a importância, especialmente para quem lida com a educação, com a assistência social e com a cooptação de recursos humanos, em conhecer e fazer o discernimento entre essas duas formas pelas quais pode se manifestar a “humildade”.

Luiz Gonzaga S. Ferreira - Araraquara, 21/01/10

 

 



Categoria: A ESCOLA DA VIDA
Escrito por luzagas às 21h54
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MINHA VISITA A CAIUBY - 13

 

Depois de 70 anos regressei com meu filho e netos a Caiuby para rever e matar a saudade daquele lugarejo em que vivi, com meus pais e irmã, nos anos de 1936 a 1938.

Caiuby é um Distrito de Santa Bárbara D’Oeste e, naquela época, uma estaçãozinha da Companhia Paulista de Estradas de Ferro.

Tenho muita saudade e algumas fotos de lá. Em apenas dois anos fizemos amizades inesquecíveis e vivenciamos muitas alegrias: as brincadeiras defronte minha casa e na única rua da pequena vila; da minha primeira escola; das festas da igrejinha; da minha primeira comunhão.

Pela visita constatamos algumas mudanças no local: a estação e a casa em que morávamos foram demolidas; as frondosas paineiras foram cortadas... Permaneceram, porém: o prédio da extinta Escola Mista de Caiuby, o prédio onde era o armazém do seu Angolini e a esquina com a placa da rua com o seu nome.

O tempo desgasta e modifica as coisas materiais, inclusive o nosso corpo físico, mas as nossas lembranças permanecem vivas e impregnadas de sentimentos e emoções. Essas estão gravadas no meu patrimônio espiritual juntamente com pessoas, nomes, fatos e sentimentos. E fazem parte da história da minha vida!

    

Luiz Gonzaga S. Ferreira - 23/01/10



Categoria: PÁGINAS SUGESTIVAS
Escrito por luzagas às 15h24
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LEI DE LIBERDADE - 28

A liberdade é a faculdade de fazer ou de não fazer qualquer coisa; de escolher uma ou outra coisa.                                   

Na vida comunitária a liberdade é relativa, porquanto deve ser conciliada com a liberdade dos concidadãos, considerando que todos nós necessitamos uns dos outros, os pequenos como os grandes, e que o limite de nosso direito é o direito do próximo. A inobservância desse princípio fundamental gera, invariavelmente, a desordem e a intranquilidade.                  

Pela própria experiência de vida nós aprendemos que há limites em nossa liberdade de ação. O mínimo que nos compete, em favor de nossa felicidade, é não perturbar o próximo, tanto quanto não queremos que nos perturbe.

É muito importante compreender, aceitar, praticar e propugnar pela “liberdade disciplinada” em todos os agrupamentos e instituições sociais. A ausência de uma disciplina conscientizada e bem orientada pode cercear a liberdade natural e confortável de todos, ou de alguns.

A educação é fator primordial para o cumprimento satisfatório da Lei de Liberdade.

Pelo pensamento o homem goza de uma liberdade sem limites, mas ele é responsável, perante Deus, pois só Deus, podendo conhecer seus pensamentos, pode condená-lo ou absolvê-lo, segundo a Justiça Divina.

A consciência é um pensamento íntimo. Daí, qualquer entrave ou pressão à liberdade de consciência é contrário à Lei Natural.

A escravidão e a subjugação humana, em qualquer circunstância, constituem uma séria transgressão à Lei de Liberdade.

Texto organizado por Luiz Gonzaga S.Ferreira – Araraquara, 24/03/09

Fonte de consulta: “O Livro dos Espíritos” (Allan Kardec)

                                “A Constituição Divina” (Richard Simonetti)

 

 



Categoria: CONHECIMENTO ESPÍRITA
Escrito por luzagas às 19h56
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A SINCERIDADE: EFEITOS E DEFEITOS - 38

 


 

A sinceridade é uma qualidade do caráter humano que se expressa em pensamentos, atitudes e atos, sem artificialismo, sem intenção de enganar, com franqueza e lealdade.

A pessoa sincera demonstra sempre ser verdadeira, autêntica, sem afetação e disfarce, sem malícia, disposta a reconhecer a verdade.

A mentira, a hipocrisia, o disfarce, a falta de sinceridade, geram a desconfiança.

A desconfiança é um estado mental e emocional, desconfortante, de dúvidas e incertezas que, geralmente, desestabilizam situações de relacionamento e, até mesmo, de empreendimentos.

Diante da realidade e das experiências da vida muitas vezes nos indagamos: Vale a pena ser sincero?

Sabemos que muitas vezes a sinceridade machuca, fere a nossa sensibilidade e, por isso mesmo, trocamos a verdade por um falso elogio ou um disfarce que não deixa de ser uma mentirinha.

Por outro lado, a consciência nos adverte quanto às consequências negativas e prejudiciais de se omitir a verdade mesmo que, para evitar situações embaraçosas de desagrados e ressentimentos.

Diante desse impasse, é recomendável que se tenha consciência de algumas ideias bem definidas:

1ª - a verdade é sempre preferível que a falsidade por ser autêntica e autodefensável;

2ª - a sinceridade resguarda a confiança e propicia a reparação do erro ou da omissão;    

3ª - a sinceridade requer habilidades e gestos de simpatia e de generosidade a fim de que não seja confundida com a crítica severa ou maliciosa que desgosta e ofende;   

4ª - a sinceridade deve ser sempre acompanhada de uma proposta de compreensão e de reparação ou de incentivo.

Cultivar, exercitar e incentivar a sinceridade é uma obra educativa e benemérita por contribuir com a melhoria dos homens e de toda a Humanidade.

 Luiz Gonzaga S. Ferreira - Araraquara, 17/01/10

 

 



Categoria: A ESCOLA DA VIDA
Escrito por luzagas às 10h31
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LEIS NATURAIS – LEI DE IGUALDADE - 27 

   

Todos os homens são iguais perante Deus.

As leis de Deus são as mesmas para todos, e todos caminham para o mesmo fim: a perfeição. Mais cedo ou mais tarde chegaremos lá, quer queiramos ou não.

Como espíritos somos todos criados, igualmente, simples e sem conhecimento, porém, dotados das mesmas potencialidades para nos desenvolver e evoluir, de acordo com o nosso livre-arbítrio.

Como espíritos encarnados que somos, estamos igualmente sujeitos à fragilidade do nascimento, às dores e à morte física.

A Lei Natural de Igualdade expressa, portanto, o princípio da equidade perfeita e da justiça sem mácula do Criador.

As diversidades de situações de vida entre os indivíduos, no entanto, podem aparentar uma incoerência entre a Lei de Igualdade e o que ocorre realmente, o que pode levar os incautos a duvidar da Justiça Divina.

Somos iguais pela natureza, pela origem e pelo “destino”, porque somos criaturas de Deus e pertencemos à espécie humana. Mas somos desiguais nas aptidões, no caráter, na educação, na cultura, nas decisões do livrearbítrio e, também, porque não fomos todos criados ao mesmo tempo.

A Lei Natural de Igualdade é perfeitamente compatível com as diferenças individuais uma vez que, graças a essas diferenças os seres humanos se completam e interagem buscando, nas experiências de vida social, a evolução espiritual que os fazem merecedores da igualdade perante Deus.

Lembremo-nos sempre de que, por mais que nos aproximemos uns dos outros pelo cultivo do ideal comum, não somos todos iguais. Esse entendimento nos leva à compreensão, à aceitação, à tolerância, que deve reinar entre todos, pois somos todos irmãos.

Texto organizado por Luiz Gonzaga S.Ferreira – Araraquara, 24/02/09

Fonte de consulta: “O Livro dos Espíritos” (Allan Kardec”)

                            “A Constituição Divina” (Richard Simonetti)  



Categoria: CONHECIMENTO ESPÍRITA
Escrito por luzagas às 20h26
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CONSCIÊNCIA E RESPONSABILIDADE - 37

 

A consciência é uma faculdade inata dos seres humanos que se desenvolve com a educação e a cultura.

O “Grande Dicionário Larousse Cultural da Língua Portuguesa” a define como sendo: (1) “Conhecimento, noção da própria existência ou do mundo exterior”; (2) “Representação mental clara da existência e da realidade de alguma coisa; (3) “ Sentimento do dever e da moralidade”.

Podemos considerar a consciência como um registro intelectual e moral das leis naturais e dos conceitos adquiridos, dos deveres e obrigações, inclusive da noção de responsabilidade para com as pessoas, as coisas e o mundo.  

A responsabilidade está assim definida no citado Dicionário: “Obrigação geral de responder pelas consequências dos próprios atos ou pelos de outros.” (entende-se como “outros”, aqueles que se encontram sob sua responsabilidade)

Quanto mais desenvolvida e lúcida a consciência maior será a responsabilidade diante daquilo que for feito ou deixado de fazer.

Contudo é muito comum constatar lamentáveis atitudes e atos de irresponsabilidade, com desastrosas consequências, nos mais diversos ambientes e situações da vida diária: na política, nas instituições públicas e privadas, no trabalho, nas escolas, nas ruas e, até mesmo nos meios familiares, assistenciais e religiosos.

Fatores característicos de imperfeições morais, tais como: egoísmo, interesses escusos, desleixo, desatenção, imprudência, preguiça e prepotência, aliados à inabilidade e incompetência, concorrem para ofuscar a luminosidade da consciência ocasionando problemas e prejuízos à própria pessoa ou a terceiros.    

Corrigendas, instruções, penalidades, ressarcimentos, são medidas de controle da irresponsabilidade. Todavia, o meio mais eficaz para consolidar a responsabilidade entre os homens consiste, sem dúvida, na Educação.

Luiz Gonzaga S. Ferreira - Araraquara, 10/01/2010



Categoria: A ESCOLA DA VIDA
Escrito por luzagas às 15h59
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ANO NOVO - VIDA NOVA - 12

É tempo de examinar e reorganizar a nossa vida intima: nossos ideais, nossas ideias, nossos pensamentos, nossos sentimentos, nossos relacionamentos, hábitos e atitudes e, até mesmo, o nosso sentido de vida.

A reforma interior consiste no abandono ou na transformação de velhos costumes e vícios em troca de virtudes e de qualidades evidenciadas pelo conhecimento, compreensão e assimilação.

Dificilmente a reforma íntima se faz de um momento para outro. Depende, porém de um ponto de partida em que se toma consciência de nossos erros e imperfeições; depende também da vontade de saber mais e de experimentar as mudanças, mesmo que incipientes, que venham nos trazer melhor qualidade de vida.

A reparação da nossa conduta, tendo em vista uma boa qualidade de vida, pressupõe algumas atitudes e cuidados, tais como: persistir nos hábitos de higiene e saúde do corpo e da mente; disciplinar o estado emocional; atentar para a qualidade dos relacionamentos; contrabalançar a relação entre a vida pessoal e a vida profissional..

Luiz Gonzaga S.Ferreira - Araraquara, 1º de janeiro de 2.010

 



Categoria: PÁGINAS SUGESTIVAS
Escrito por luzagas às 22h18
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QUALIDADE DE VIDA - 36

Uma boa qualidade de vida não depende apenas da saúde física e mental. É necessário estar de bem com você mesmo, com a vida, com as pessoas com as quais você se relaciona, com aquilo com que você se ocupa: trabalho, estudo, prática esportiva, etc.

É certo que precisamos de motivações e prazeres para poder desempenhar, com satisfação, o nosso papel no teatro da vida

Para isso a Natureza nos confere recursos essenciais, tais como: os sentidos de percepção, os sentimentos inatos de sociabilidade e religiosidade e os prazeres comuns de apetite, de sexualidade e de lazer.

Assim é que: um sentido de vida, um ideal a ser concretizado, um objetivo bem delineado, uma meta a ser alcançada, um trabalho a ser executado, uma agradável atividade a ser praticada, podem constituir fatores de motivação para uma boa qualidade de vida.

Tudo isso, entretanto, está condicionado a um juízo de valores, em que pesam as reais possibilidades e o comedimento.

Por outro lado, os abusos, os excessos e desequilíbrios físicos, mentais e emocionais, podem acarretar sérias consequências que comprometem a qualidade de vida.

A dor, o mal-estar, e o stress são sinais de alarme que merecem a nossa atenção e a reparação da nossa conduta.

A reparação da nossa conduta, tendo em vista uma boa qualidade de vida, pressupõe algumas atitudes e cuidados, tais como: persistir nos hábitos de higiene e saúde do corpo e da mente; disciplinar o estado emocional; atentar para a qualidade dos relacionamentos; contrabalançar a relação entre a vida pessoal e a vida profissional...

Luiz Gonzaga S. Ferreira - Araraquara, 30/12/09

 



Categoria: A ESCOLA DA VIDA
Escrito por luzagas às 19h34
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LEI DE PROGRESSO – 26

 

O estado natural do ser humano e da Humanidade, na sua origem, é o estado primitivo. A civilização é alcançada graças à Lei do Progresso.

O homem progride na medida em que melhor compreende e pratica essa lei natural.        

Tendo sido criado para a perfeição o homem traz consigo, em potencial, os recursos necessários para o seu melhoramento.

 A Lei do Progresso é o impulso do Criador estimulando a criatura a seguir adiante, rumo à sua felicidade plena.

 Todos os homens se desenvolvem naturalmente por si mesmos. Nem todos, porém, progridem ao mesmo tempo e da mesma maneira. Sendo assim os mais adiantados ajudam os outros a progredirem, pelo contato social.

O progresso intelectual pode ajudar o homem a realizar o seu progresso moral dando-lhe a compreensão do bem e do mal; o desenvolvimento do seu livre arbítrio propicia a melhor escolha entre um e outro aumentando, assim, a sua responsabilidade.

O orgulho e o egoísmo constituem o maior obstáculo ao progresso moral, enquanto o desânimo, a indisciplina e o comodismo afetam negativamente o progresso intelectual.

Nessa longa e laboriosa jornada em busca do progresso dois fatores se conjugam: o primeiro é o desenvolvimento de nossas próprias experiências ao longo de todas as existências, aprendendo com o exercício do dever ou repetindo as lições impostas pela dor; o segundo é a contribuição dos companheiros que seguem à nossa frente.

Uma advertência se faz necessário: junto aos benefícios do progresso material, intelectual e moral, pode crescer o “joio” do orgulho, da vaidade, da presunção, da soberba... Saibamos, contudo, eliminar as ervas daninhas antes que elas se alastrem e comprometam o próprio progresso. 

Texto organizado por Luiz Gonzaga S.Ferreira – Araraquara, 24/02/09

Fonte de consulta: “O Livro dos Espíritos” (Allan Kardec)

                            “A Constituição Divina” (Richard Simonetti)  

 



Categoria: CONHECIMENTO ESPÍRITA
Escrito por luzagas às 15h39
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NATAL SOLIDÁRIO – 35

 

Independente de convicções religiosas e culturais, o Natal sempre nos inspira o congraçamento e a solidariedade.

O tempo de Natal é propício à harmonização entre pessoas em desavenças, à reconciliação e à confraternização.

O sentimento de solidariedade cresce e desenvolve-se, entre os homens, sem distinção de raça ou de cor, desta ou daquela posição social ou financeira.

A solidariedade leva as pessoas a se auxiliarem mutuamente, o que proporciona a alegria e a felicidade de uns e de outros.

Inúmeras campanhas assistenciais alcançam admiráveis sucessos pela época das festas natalinas; e a união das pessoas, no esforço conjunto em busca da melhoria da vida social, deixa transparecer uma certa esperança no concerto universal.

A esse clima de igualdade, fraternidade e amor, é que se costuma denominar “Natal Solidário”.

Infelizmente, porém, passado o Natal, eis que a prodigiosa força da solidariedade vai se arrefecendo diante dos interesses pessoais e das imperfeições humanas: egoísmo, orgulho, indiferença...

Permanece, todavia, a virtude da solidariedade nos corações dos verdadeiros solidários.

Façamos, pois, de todos os nossos dias, um dia de “Natal Solidário”. É isso que aprendemos na “Escola da Vida”.

Luiz Gonzaga S. Ferreira – Araraquara, 18/12/09.

 

 



Categoria: A ESCOLA DA VIDA
Escrito por luzagas às 20h25
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O RECONHECIMENTO E A GRATIDÂO – 34

É comum considerar “reconhecimento” e “gratidão” como palavras sinônimas. Há, porém, uma sutil diferença entre uma coisa e outra.

O reconhecimento é a compreensão do fato, do acontecido, do que foi realizado; é um ato inteligente que nos aproxima da verdade.

Como ato de discernimento, o reconhecimento pode dar lugar ao bom ou mau juízo que façamos de alguma coisa ou de uma pessoa.

A gratidão é a assimilação da ideia do benefício recebido, ligada ao sentimento vivo de consideração e carinho por quem proporcionou tal benefício.

A manifestação sincera e desinteressada da gratidão, através de pensamentos, sentimentos, gestos, palavras e atitudes dignas, é um sinal de educação e de elevação moral.

Pelo reconhecimento guarda-se a lembrança do benefício recebido. Pela gratidão guarda-se a lembrança do benfeitor.

Há no mundo muitas pessoas reconhecidas, mas são poucas as que cultivam a gratidão.

Para o cultivo dos sentimentos, das atitudes, dos gestos nobres de gratidão, é preciso afastar de nós a indiferença, os preconceitos, o orgulho e o comodismo.

Vale considerar, ainda, que a manifestação de reconhecimento e de gratidão confere, ao merecedor da mesma, um estímulo a mais para a continuidade e o aprimoramento dos seus méritos.

A gratidão constitui, portanto, reciprocidade de conforto moral e bem estar aos que a praticam e aos que a merecem.

Luiz Gonzaga S. Ferreira – Araraquara 13/12/09  

 



Categoria: A ESCOLA DA VIDA
Escrito por luzagas às 10h38
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LEIS NATURAIS – LEI DE SOCIEDADE – 25


A vida em sociedade obedece a uma lei natural. É para isso que o ser humano é dotado de palavra e de todas as outras faculdades necessárias à vida de relação.

Graças à Lei de Sociedade nós podemos exercitar as virtudes e desenvolver o amor, a tolerância, a bondade, a caridade, indo ao encontro das carências do nosso próximo.

É pelo sentimento de união social que os homens se completam para assegurarem seu próprio bem estar e progredirem.

Instintivamente assim vivem também outros animais gregários como as abelhas e as formigas.                       

As sociedades maiores são constituídas de grupos menores em que se relacionam, mais diretamente, indivíduos das mesmas atividades profissionais, culturais, políticas, religiosas... Assim as sociedades de médicos, de dentistas, de professores, etc.

A organização de tais associações de classe fortalece os objetivos específicos do grupo, mas o grupo não deve proceder de modo a isolar-se da Sociedade como um todo.

É muito importante que todos os elementos de um grupo estejam conscientes da necessidade de participar da vida social do grupo a que pertence.

Infelizmente muitas pessoas confundem o ato de usufruir, inspirado no velho egoísmo humano, com o de participar e cooperar, que de fato nos integra na vida social.

O isolamento absoluto e voluntário é uma transgressão da Lei de Sociedade.

A “família”, considerada como a “célula básica” da sociedade deve preservar sua importante responsabilidade educativa no que tange à organização e à preparação para a vida social.

À “escola”, como instituição formal, cabe suprir as possíveis lacunas deixadas pela ação educativa do “lar” quanto ao desenvolvimento adequado do processo educativo, cultural e de aprendizagem.

Texto organizado por Luiz Gonzaga S. Ferreira – Araraquara, 08/02/2009

Fonte de consulta: “O Livro dos Espíritos” (Allan Kardec)

                                  “A Constituição Divina” (Richard Simonetti)  



Categoria: CONHECIMENTO ESPÍRITA
Escrito por luzagas às 12h21
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